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A Casa do Marquês de Picoaga é uma das mansões mais representativas do centro histórico de Cusco. Sua construção remonta ao século XVIII e é atribuída a José de Picoaga y Arbiza, que teria chegado a Cusco por disposição do vice-rei conde de Superunda.
A nova casona teria sido construída entre 1745 e 1751. Sua arquitetura conserva elementos característicos das residências coloniais cusquenhas, como arcos de pedra, pátio central, portada lítica, varandas republicanas e ambientes internos decorados com pintura mural.
Como consequência dos terremotos que afetaram a cidade, especialmente o de 1950, o imóvel sofreu danos importantes. Em 1976, iniciou-se um processo de restauração orientado à conservação de seu valor arquitetônico e histórico.
Desde 1972, o imóvel faz parte da Zona Monumental de Cusco, declarada Patrimônio Cultural da Nação. Além disso, por estar dentro do centro histórico de Cusco, integra a área inscrita pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1983.

Está localizada na rua Santa Teresa 344, no centro histórico de Cusco, ao lado da Prefeitura de Cusco e a poucos passos da praça de Armas.

A casona conta com dois níveis e conserva elementos arquitetônicos de grande valor, como sua portada lítica, janelas com ombreiras de pedra, grades metálicas, arcos de meio ponto, pátio central com fonte, escadarias de pedra e varandas republicanas. Na sala principal, destaca-se uma pintura mural do século XIX com motivos decorativos, naturezas-mortas e simulação de mármore.
Atualmente, a casona faz parte do hotel Costa del Sol Wyndham Cusco, que conserva arcos de pedra, pátio central com fonte e murais vinculados à arquitetura do século XVIII.
Por fazer parte de um hotel em funcionamento, o acesso aos seus espaços internos pode estar sujeito às políticas internas do estabelecimento. Recomenda-se consultar diretamente o hotel Costa del Sol Wyndham Cusco antes da visita.

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