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A Igreja de San Francisco, em Arequipa, tem sua origem na chegada dos frades franciscanos no século XVI. Pouco tempo depois, eles começaram a construção da igreja e do convento para difundir a fé católica no sul do Peru. Seu nome homenageia São Francisco de Assis, fundador da Ordem Franciscana.
Ao longo dos séculos, a igreja passou por várias etapas de reconstrução e restauração. Foi ampliada com o uso do sillar, a pedra vulcânica característica de Arequipa, que lhe deu sua aparência atual. Hoje, é um espaço de culto e turismo, além de abrigar um museu que preserva a arte e a história religiosa colonial.
A Igreja de San Francisco se destaca por sua arquitetura colonial e pelo uso do sillar, a pedra vulcânica característica de Arequipa. Seu conjunto arquitetônico conserva espaços ligados à vida religiosa franciscana, como o templo, o convento, os claustros e ambientes destinados à oração, à educação e à vida comunitária.
Seu valor histórico pode ser apreciado em seus elementos arquitetônicos, na arte religiosa e em sua relação com a história colonial da cidade.

Está localizada na primeira quadra da rua Zela, junto à Plaza San Francisco.
O Convento de San Francisco está estreitamente ligado à história da igreja. Ao longo dos séculos, serviu como espaço de educação, meditação e oração. Hoje, o convento abriga um museu que oferece uma visão do passado colonial de Arequipa.
O horário referencial de visita é de segunda a sábado, das 15h00 às 18h00. A entrada no templo costuma ser gratuita, enquanto o museu conventual pode ter um custo aproximado de S/ 10,00 para adultos e S/ 5,00 para crianças.

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