A jornada começa muito antes de embarcar no trem ou ônibus. Ela começa com uma decisão: presentear-se com uma experiência tão física quanto emocional. Para quem vem de cidades ao nível do mar, a mudança de altitude é um fator importante. Cusco está a 3.339 metros acima do nível do mar, e embora Machu Picchu desça para 2.430, o corpo precisa de preparação.
Dormir bem nos dias anteriores; evitar refeições pesadas, álcool ou cigarros; e manter-se constantemente hidratado fazem parte do cuidado que se oferece a si mesmo. Alguns viajantes optam por tomar SorojchiPills uma hora antes de aterrissar em Cusco (sempre com orientação médica, é claro) como medida preventiva contra o mal de altitude. Afinal, aclimatar-se e adaptar-se ao ambiente também é uma forma de sabedoria.
Quando o avião toca o solo em Cusco, começa uma transição suave. O ar parece mais leve, mas também mais claro. Você é recebido com um traslado privado e sem pressa, como quem acompanha até em casa. Não há correria, nem vozes altas, nem urgências. Tudo está preparado para o descanso.
O hotel é mais do que uma hospedagem: é um refúgio de adaptação. Esse primeiro dia é apenas para aclimatar-se. Beber água, tomar uma xícara de chá de coca, comer algo morno, olhar pela janela e ouvir a cidade sem precisar explorá-la. O corpo, sábio, pede pausa — e nós atendemos.
Check-in: em hotel central ou no Vale Sagrado (opção com menor altitude).
Dieta recomendada: hiperglicídica (purês, cereais, frutas suaves).
Hidratação sugerida: pelo menos 2 litros de líquido por dia.
A segunda manhã desperta com uma promessa: o início do caminho rumo a Machu Picchu. O trem Vistadome, com suas grandes janelas panorâmicas, permite que a paisagem andina não apenas seja vista, mas também sentida. O rio serpenteia ao lado como um companheiro de viagem, as montanhas aparecem e desaparecem entre neblinas, os pequenos povoados saúdam em silêncio.
Basta olhar, pois não é necessário entender tudo. Às vezes. O trem avança como um pensamento longo, e você viaja dentro dele como quem relembra um sonho que ainda está por viver.
Aguas Calientes te recebe com suavidade. O hotel aguarda. Respira-se umidade, vegetação e o murmúrio constante do rio. Aqui não há visitas rápidas nem agendas cheias. Apenas uma tarde livre para caminhar um pouco, deixar-se surpreender por uma flor que você não conhecia, ou simplesmente tirar uma soneca com o som da água ao fundo.
Duração aproximada da viagem: Trem Vistadome 3h30 (desde Cusco via Ollantaytambo)
Altitude de Aguas Calientes: 2.040 m.s.n.m.
Atividade física sugerida: passeio leve, caminhadas sem inclinação
Descanso recomendado: soneca no hotel, hidratação constante
Na manhã seguinte, o mundo desperta diferente. A subida até Machu Picchu é feita de ônibus, e pela janela, a selva aparece entre curvas. O guia caminha no seu ritmo, fala em voz baixa, observa antes de explicar. Não há pressa. Há respeito.
Já dentro do santuário, a experiência é mais íntima do que monumental. Há lugares para sentar, para respirar, para observar como a névoa sobe e desaparece. Às vezes, não é preciso se mover. Apenas estar. E deixar que o lugar faça o seu trabalho.
Se em algum momento você precisar de assistência, há oxigênio disponível. Mas muitas vezes, tudo o que se precisa é uma pausa. Machu Picchu não é um lugar para correr, é um espaço para ser. E nesse silêncio — cheio de história, de pedra, de céu — algo se revela sem necessidade de palavras.
Altitude de Machu Picchu: 2.430 m.s.n.m.
Tipo de terreno: andino subtropical, com trechos irregulares e úmidos
Clima: temperado úmido, com mudanças frequentes
Subida de ônibus: 30 min desde Aguas Calientes
Duração média da visita: 2 a 2,5 h (com pausas frequentes)
Dificuldade: baixa a moderada, depende da rota escolhida (pontes, escadarias)
Áreas de descanso: disponíveis em pontos estratégicos dentro do complexo
Suporte: oxigênio portátil disponível mediante coordenação prévia
No quarto dia, o trem retorna, mas a paisagem mudou. Ou talvez tenha sido você. O que viu, o que sentiu, o que compreendeu — tudo viaja com você. Ao chegar a Cusco, não há itinerários obrigatórios. Você pode ir ao mercado de San Pedro para ver as cores das frutas frescas e das diferentes artesanias; pode sentar-se em um café em frente à praça, ou ficar no hotel simplesmente desfrutando da tão esquecida arte de não fazer nada.
E se desejar mais, há opções suaves e enriquecedoras. Uma oficina de cerâmica. Um banho termal no Vale. Uma visita tranquila a um museu onde uma mulher quéchua tece histórias com fios.
Trem de retorno: 2h desde Aguas Calientes até Ollantaytambo + 1h30 em veículo até Cusco.
Atividades opcionais: mercado San Pedro, museus acessíveis e oficinas.
Recomendação: evitar caminhadas intensas após a viagem, manter hidratação.
Machu Picchu não é um lugar que se conquista. É um lugar que se alcança quando se está pronto. Por isso, este itinerário não corre, não exige. Acompanha. Foi pensado para quem sabe que os sonhos não têm data de validade, e que o verdadeiro luxo é ter tempo para viver bem cada momento.
Se você estiver interessado ou interessada, estaremos atentos para montar um pacote sob medida. Na CuscoPeru.com apostamos em mais passageiros felizes, porque acreditamos que a história mais importante não é a que os monumentos contam, mas a que o viajante vive ao percorrê-los.

Se você pretende fazer a Trilha Inca, é necessário reservar com 3 a 4 meses de antecedência. Para os ingressos clássicos, pelo menos 2 semanas antes da sua visita já é o ideal.
Machu Picchu tem limite diário de visitantes, então é importante garantir sua entrada com antecedência. Você pode fazer isso de duas maneiras:
Na CuscoPeru.com, somos especialistas em roteiros privados para Machu Picchu. Cuidamos de todos os detalhes (entradas, transporte, guia certificado), para que você só precise curtir a viagem. Se quiser mais informações, é só falar com a gente.
Prefere uma caminhada épica ou uma chegada confortável de trem? Escolha de acordo com seu estilo de viagem. Mesmo para iniciantes, a Trilha Inca curta (2 dias) é uma ótima opção para viver a experiência sem exigir tanto fisicamente. E se você quer percorrer o caminho completo como um verdadeiro explorador, a Trilha Clássica (4 dias) será inesquecível.
Independentemente da sua escolha, vá com um guia profissional. Isso faz toda a diferença.
O mal de altitude — ou soroche — pode afetar qualquer pessoa. O ideal é passar 2 a 3 dias em Cusco ou no Vale Sagrado antes da visita. Evite álcool, beba bastante água e pegue leve nos primeiros dias.
Menos é mais, mas o essencial não pode faltar. Lembre-se: mochilas grandes (acima de 40x35x20 cm) não são permitidas dentro de Machu Picchu.
É possível visitar em apenas 1 dia, mas pode parecer corrido. O ideal é passar 2 ou 3 dias na região — especialmente se você quiser subir a Huayna Picchu ou a Montanha Machu Picchu, ou simplesmente descansar em Águas Calientes depois da aventura.
O Inti Raymi (24 de junho) é uma época mágica em Cusco, mas prepare-se para maior demanda e preços mais altos.
Leve os dois. Em Águas Calientes, muitos estabelecimentos aceitam cartão, mas feiras, artesãos ou lanchinhos pelo caminho geralmente pedem pagamento em dinheiro (soles).
Não é obrigatório, mas se você gostou do serviço, o comum é dar entre 60 e 100 soles por pessoa — aproximadamente 10% do valor do tour.
No coração de Machu Picchu fica a Praça Sagrada, onde os incas realizavam rituais importantes. Dali, você terá uma vista incrível do Templo das Três Janelas, um dos pontos mais impressionantes do sítio arqueológico.
Quer viver Machu Picchu sem se preocupar com nada? Deixe a CuscoPeru.com cuidar da logística.
Nossos roteiros são completos e organizados — te acompanhamos desde o primeiro passo até o topo. Com guias certificados, ingressos, trem, hospedagem e toda a magia preparada para você, sua experiência será inesquecível.


Ao visitar a cidadela de Machu Picchu, além de percorrer este local emblemático, você terá a oportunidade de fazer trilhas em uma das duas montanhas que cercam esta Maravilha do Mundo: a Montanha Huayna Picchu ou a Montanha Machu Picchu (não a cidadela). No entanto, cada uma oferece uma experiência diferente, pois suas rotas, vistas e níveis de dificuldade variam, tornando cada percurso único e especial para o viajante.
A Montanha Huayna Picchu, cujo nome em quéchua significa “Montanha Jovem”, está localizada a 2.667 m s.n.m. (8.750 ft) de altitude, ao norte da cidadela de Machu Picchu. Além disso, a trilha até o seu topo é mais exigente, pois inclui escadarias íngremes e trechos estreitos ao longo do percurso. Por esse motivo, essa caminhada não é recomendada para pessoas que sofrem de vertigem, nem para quem visita o local com crianças menores de 12 anos ou idosos, pois exige bom preparo físico e segurança ao caminhar.

A Montanha Machu Picchu está localizada a 3.082 m (10.112 ft) de altitude, ao sul da cidadela de Machu Picchu. Embora seja mais alta que a Montanha Huayna Picchu, por outro lado, apresenta características mais acessíveis e menos exigentes. Isso se deve ao fato de que sua subida não é muito íngreme, além de contar com trilhas mais amplas e pontos de descanso ao longo do percurso, o que torna a caminhada mais confortável e adequada para diferentes perfis de viajantes.

Para facilitar sua escolha, apresentamos um quadro comparativo de ambas as trilhas:
| Diferenças | Montanha Huayna Picchu | Montanha Machu Picchu |
|---|---|---|
| Localização | Ao norte da cidadela de Machu Picchu | Ao sul da cidadela de Machu Picchu |
| Altitude | 2.693 m a.s.l. (8.835 ft) | 3.082 m a.s.l. (10.112 ft) |
| Distância | 2 km, desnível de 290 m (951 ft) | 2 km, desnível de 200 m (656 ft) |
| Tempo de caminhada | 3 h (subida e descida) | 4 h (subida e descida) |
| Acesso | Setor de Huayranas | Desvio Casa do Guardião |
| Horários |
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| Nº de visitantes | 325 pessoas por dia | 250 pessoas por dia |
| Circuito | Circuito 3 – Rota Waynapicchu | Circuito 1 – Rota Montanha Machu Picchu |
| Reentrada | Não permite reentrada na cidadela | Permite reentrada na cidadela |
| Atrações arqueológicas | Andenes agrícolas e Templo da Lua | Nenhuma |
| Restrições | Apenas para maiores de 12 anos | Para todas as idades |
| Dificuldade | Média–Alta | Média |
| Vantagens | Desvantagens |
|---|---|
|
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| Vantagens | Desvantagens | ||
|---|---|---|---|
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O Circuito 2 é o ingresso mais solicitado pelos visitantes, pois é a opção mais completa e permite explorar o interior da cidadela inca. Esse circuito é dividido em duas rotas muito semelhantes, que oferecem um percurso abrangente por Machu Picchu, incluindo a clássica foto cartão-postal.
Embora permita tirar a icônica foto cartão-postal, ele não inclui um passeio completo pela área da Casa do Guardião, apenas uma breve parada para registrar o momento. No entanto, é possível visitar a maioria dos templos localizados no setor urbano. O percurso tem duração aproximada de 3 horas.
Como o Circuito 2 é a opção mais completa, também é a mais procurada pelos visitantes. Embora ofereça 10 grupos de entrada, os ingressos costumam esgotar com até 3 meses de antecedência. Caso não tenha conseguido esse circuito, confira abaixo outras alternativas de acordo com suas preferências.
O Circuito 3 é ideal para quem deseja explorar o interior da cidadela inca; no entanto, NÃO permite tirar a clássica foto cartão-postal de Machu Picchu. Esse circuito é dividido em quatro sub-rotas, que possibilitam visitar diferentes áreas ao redor de Machu Picchu.
| Circuito 2 | Circuito 3 | |
|---|---|---|
| Rotas |
Rota 2-A, Projeto Clássico Rota 2-B, Terraço Inferior |
Rota 3-A + Montanha Huayna Picchu Rota 3-B, Realeza Projetada Rota 3-C + Grande Caverna Rota 3-D + Montanha Huchuy Picchu |
| Foto cartão-postal | Sim | Não |
| Antecedência de compra | 3 meses | 1 mês |

O Circuito 1 permite percorrer o setor da Casa do Guardião e capturar a clássica foto cartão-postal de Machu Picchu. Esse circuito é dividido em quatro sub-rotas que permitem visitar áreas externas da cidadela inca. O percurso tem duração aproximada de 40 minutos.
| Circuito 2 | Circuito 1 | |
|---|---|---|
| Rotas |
Rota 2-A, Projeto Clássico Rota 2-B, Terraço Inferior |
Rota 1-A + Montanha Machu Picchu Rota 1-B, Terraço Superior Rota 1-C + Portão Intipunku Rota 1-D + Ponte Inca |
| Foto cartão-postal | Sim | Sim |
| Antecedência de compra | 3 meses | 1 mês |

Sabemos que planejar sua viagem e escolher o melhor circuito pode ser um desafio; por isso, relaxe — na CuscoPeru.com cuidamos de tudo. Todos os nossos tours incluem ingressos, bilhetes de trem e transporte de ônibus até Machu Picchu. Nós orientamos e acompanhamos você para que aproveite sua visita a Machu Picchu sem complicações. Reserve agora!

Birdwatching é uma atividade ao ar livre que consiste em observar e estudar aves em seu habitat natural. Este hobby é desenvolvido como lazer e foca em reconhecer nas diferentes espécies de aves suas plumagens, cantos, cores e comportamentos.
A observação de aves, embora seja uma atividade de lazer, ajuda a identificar possíveis mudanças no ambiente natural das espécies observadas, possibilitando detectar problemas como destruição ou contaminação do habitat.
Se você está começando na observação de aves, é importante ter equipamento básico para fazer do birdwatching em Machu Picchu uma atividade enriquecedora.
A localização de Machu Picchu permite encontrar uma grande variedade de aves. Nas 37 mil hectares do Santuário Histórico de Machu Picchu, quase 420 espécies diferentes de aves foram registradas até hoje. No entanto, é provável que apenas visitando a cidade inca de Machu Picchu não seja possível observar alguma ave, por isso é recomendável visitar através de uma rota de caminhada, como o Caminho Inca, para observar as aves mais facilmente.
A águia negra e castanha (Spizaetus isidori) é considerada uma das aves mais imponentes e majestosas que habitam o Santuário de Machu Picchu. Esta ave de rapina possui plumagem escura com manchas castanhas no peito.
Em seu habitat, pode ser encontrada no topo das árvores à procura de presas. Sua visão aguçada permite detectar presas de grandes alturas, enquanto sua agilidade no voo oferece uma vantagem indiscutível.
A população dessa ave foi afetada pela caça indiscriminada, no entanto, ainda é possível encontrá-las na reserva natural de Machu Picchu e, ocasionalmente, observá-las voando sobre a cidade inca.
O gavião-andino (Geranoaetus polyosoma) é fácil de encontrar no Santuário Histórico de Machu Picchu durante a temporada de inverno, pois migra para este local. Pode ser identificado pelo seu plumagem pontilhado em tons de marrom.
Esta ave de rapina encontra em Machu Picchu o local perfeito para a busca de alimento, sua visão aguda permite localizar facilmente roedores e presas pequenas, mesmo através da densa névoa da reserva natural. É possível vê-los sobrevoando a cidadeela de Machu Picchu, embora não seja muito comum, pois preferem caçar mais dentro da selva.
O cóndor andino (Vultur gryphus) é uma ave representativa do Peru, considerada o dono dos Andes, devido ao seu grande tamanho e presença imponente. Seu plumagem escura e voo incrível o tornaram símbolo nacional do Peru, além de ter um papel importante na mitologia andina.
Essas aves habitam locais montanhosos e com grandes correntes de vento que permitem manter o voo. Às vezes, apenas com sorte, é possível observar o voo do cóndor andino ao redor da cidade inca, mas é ainda mais provável vê-lo voar nos pontos mais altos do Caminho Inca.

O Frutero Enmascarado (Pipreola pulchra) é uma ave endêmica dos Andes, que tem seu habitat na cordilheira Vilcabamba, cordilheira que também abriga o Santuário Histórico de Machu Picchu.
É uma ave verde, pequena e rechonchuda, os machos costumam ter um bico alaranjado e um colar amarelo-laranja, enquanto as fêmeas são completamente verdes com um bico laranja opaco. Localiza-se facilmente na parte média da floresta úmida, onde abundam árvores frutíferas, que são sua principal fonte de alimentação.
O Gallito de las Rocas (Rupicola peruviana) foi nomeado a ave nacional do Peru, além de ser considerada uma das aves mais bonitas do mundo. Seu corpo é coberto de penas pretas, suas asas têm um tom acinzentado e se destaca pelo plumagem da cabeça, que nos machos é de um laranja brilhante e nas fêmeas de um laranja opaco tendendo a marrom.
São considerados dispersores de sementes de árvores frutíferas, que são seu principal alimento, o que os torna uma parte fundamental do ecossistema do Santuário de Machu Picchu. Atualmente, acredita-se que existam apenas 3 mil exemplares, tornando sua conservação de vital importância.
O trogon enmascarado (Trogon personatus) é uma ave que habita a floresta nublada de Machu Picchu, desempenhando um papel de dispersor de sementes, já que se alimenta dos frutos que ainda estão nas árvores. É possível ver o trogon enmascarado perto de Aguas Calientes, a vila mais próxima de Machu Picchu.
Esta ave possui plumagem negra, com o peito vermelho e uma cauda negra com a ponta das penas brancas. No caso dos machos, possuem plumagem verde iridescente na cabeça e uma máscara negra ao redor dos olhos, enquanto as fêmeas têm uma cor marrom na cabeça, a máscara negra e ao redor dos olhos um anel branco muito notável.
O motmot andino (Momotus aequatorialis) habita locais florestais que estão à beira da zona subtropical, como é o caso do Santuário de Machu Picchu. Costuma estar em pares, embora também possa ser visto sozinho, além de que é possível vê-los em locais movimentados.
Esta ave é onívora, o que significa que se alimenta de pequenos vertebrados como sapos ou lagartos, além de frutas. O motmot andino é conhecido por seu canto, pois podem cantar duetos entre eles, nos quais combinam seu canto em uma série de notas rápidas.
A pava andina (Penelope montagnii) é uma ave muito parecida com uma galinha doméstica, porém, esta só é encontrada nas florestas andinas. Tanto fêmeas quanto machos possuem plumagem marrom escura com nuances brancas, além de anéis ao redor dos olhos de cor cinza-azulado.
Esta ave habita lugares com florestas nubladas e úmidas, passando a maior parte do tempo em pequenos grupos entre as árvores de onde podem se alimentar de formigas, frutos e bagas silvestres. Sua população foi ligeiramente afetada pela desflorestação e pela caça.
O Colibri blanquiverde (Elliotomyia viridicauda) é uma ave endêmica dos Andes peruanos, em regiões tropicais, úmidas e florestais. No Peru, são encontrados de Huánuco até Cusco, especificamente na área do Santuário de Machu Picchu. Estas aves são sedentárias e sua alimentação consiste no néctar de flores e arbustos, além de consumirem pequenos insetos.
O colibri inca (Coeligena torquata) pode ser encontrado em locais como Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Eles habitam florestas temperadas e nebulosas, como o Santuário de Machu Picchu. Sua alimentação consiste no néctar das flores, além de alguns pequenos insetos.
Estas aves passam por um processo de muda de penas que significa a passagem para a idade adulta; os machos são de cor negra ou verde-negro, destacando-se uma coroa de penas azuis na cabeça e peito branco, enquanto as fêmeas têm tons dourados na cabeça e não possuem coroa.
A tangara azul e amarela (Thraupis bonariensis) é uma espécie que pode ser observada no Santuário Histórico de Machu Picchu. Ela possui um plumagem que diferencia machos e fêmeas; os machos exibem um azul brilhante na cabeça e dorso, enquanto o ventre é de um amarelo chamativo. As fêmeas apresentam as mesmas cores, mas mais apagadas.
Sua alimentação baseia-se em frutas, insetos e sementes, o que ajuda na dispersão de sementes e no controle de pragas em seu habitat natural, contribuindo para manter o equilíbrio das populações de insetos e a regeneração da vegetação. Eles são comumente avistados em áreas de vegetação densa.
A tangara manchada (Tangara varia) é uma das aves mais coloridas e fascinantes que podem ser encontradas nos arredores de Machu Picchu, no Peru. Seu plumagem é um verdadeiro espetáculo de cores, com tons que vão do verde brilhante ao azul, salpicados com manchas negras, o que a torna facilmente identificável e muito atraente para observadores de aves.
Quanto à sua alimentação, a tangara manchada se nutre de uma dieta variada que inclui frutas, néctar e pequenos insetos, contribuindo assim para o controle de pragas e a polinização de diversas plantas. Esta dieta diversificada é crucial para manter a biodiversidade do ecossistema andino.
O Hemispingus de Parodi (Kleinothraupis parodii) é uma ave endêmica das florestas andinas do Peru, incluindo os arredores de Machu Picchu. Sua plumagem é discreta, mas elegante, com tons de cinza e verde oliva, e uma banda negra distintiva ao redor dos olhos que lhe confere uma aparência mascarada.
A alimentação do Hemispingus de Parodi é composta principalmente de insetos e pequenas frutas, o que o torna um aliado crucial no controle de pragas e na dispersão de sementes. Esta dieta variada é essencial para manter a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas montanhosos.
A tangara de montanha de vientre escarlata (Anisognathus igniventris) é uma joia aviária que pode ser encontrada nos arredores de Machu Picchu. Seu plumagem é impressionante, com um dorso azul brilhante e um ventre de um vermelho escarlate vibrante, que cria um contraste marcante e faz desta ave um espetáculo visual inconfundível.
A dieta desta tangara inclui principalmente frutas, insetos e néctar, tornando-a um importante dispersor de sementes e polinizador em seu habitat montanhoso. Ao consumir uma variedade de alimentos, ajuda a manter o equilíbrio ecológico e a saúde dos bosques andinos.
A tangara de collar dorado (Iridosornis jelskii) é uma das aves mais vistosas que habita os arredores de Machu Picchu, Peru. Seu plumagem é um espetáculo de cores, com um dorso azul brilhante e um distintivo collar amarelo que se destaca em sua garganta, combinando com seu peito cinzento e detalhes em verde oliva.
Esta tangara se alimenta principalmente de frutas, insetos e néctar, desempenhando um papel crucial na dispersão de sementes e na polinização de várias plantas.
Dentro do Santuário Histórico de Machu Picchu, existem locais chave onde se pode realizar birdwatching; estes não só oferecem maior oportunidade na observação de aves, mas também permitem obter melhores fotos das aves.
A porta do sol é um dos principais locais para observação de aves, este ponto não só oferece uma vista panorâmica da cidadeela inca de Machu Picchu, mas também de seu entorno. No entanto, o acesso ao Intipunku está disponível apenas na alta temporada (junho-outubro), por isso os ingressos devem ser reservados com pelo menos 3 meses de antecedência.
A montanha Huayna Picchu, que é a famosa montanha que aparece na clássica foto postal de Machu Picchu, é outro dos lugares favoritos para os amantes da observação de aves. Ao longo do trajeto até o topo da montanha, você estará cercado por vegetação, e a entrada é reservada para um número limitado de visitantes, o que permite que você aproveite o tempo para observar as aves.
A montanha Machu Picchu é muito maior que a montanha Huayna Picchu, o que permite uma maior presença de aves durante todo o trajeto. No entanto, é necessário lembrar que, como o caminho de subida é mais amplo, a observação de aves é menos provável. Recomenda-se fazer o percurso de subida o mais cedo possível para aumentar as chances de ver as aves.
O Caminho Inca é, de longe, o melhor lugar para observar aves, já que ao longo do trajeto se encontram diversas altitudes, climas e, consequentemente, vegetações, criando o habitat de muitas espécies. Das 400 espécies de aves que se encontram no santuário histórico de Machu Picchu, um total de 200 pode ser observado apenas no trajeto do Caminho Inca.
Ao fotografar aves em Machu Picchu, é importante considerar algumas dicas básicas. Aqui estão elas:
Sem dúvida, o melhor momento para observar e fotografar aves em Machu Picchu é ao amanhecer da temporada seca. Como é a temporada seca, as chuvas são menos frequentes, o que permite que as aves saiam de seus refúgios mais cedo.
É ideal que você conheça bem o equipamento que planeja usar para tirar fotografias. Você deve estar ciente de todas as suas funcionalidades e limitações, para assim explorar todo o potencial e não perder uma foto incrível por não saber como utilizar a câmera.
Não, é proibido levar tripé de qualquer tipo para a cidade inca de Machu Picchu.
Sim, você pode levar binóculos para Machu Picchu. Eles ajudarão você a localizar as aves e se preparar para uma foto incrível, embora possa ser um pouco incômodo carregar tudo, pode ser muito útil.
Foram estabelecidos 5 circuitos diferentes para percorrer o Santuário Histórico de Machu Picchu, cada um oferecendo uma perspectiva única deste magnífico lugar. Além disso, regras foram implementadas para assegurar tanto a preservação do local quanto a segurança e conforto dos visitantes.
[lwptoc]
Este circuito permite percorrer a parte alta e baixa do sítio arqueológico, visitando a maioria das construções importantes. O percurso dura aproximadamente 2 horas. Com o circuito 1, você poderá acessar os seguintes lugares:
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 2 horas |
| Tipos de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Circuito 1 Llaqta Machu Picchu | Circuito 1 + Ponte Inka |

Este circuito é uma extensão do circuito 1 e inclui áreas adicionais, tornando-o mais completo. É ideal para aqueles que desejam uma experiência mais completa em sua visita à cidadela inca. Além disso, você terá a possibilidade de tomar a rota da Ponte Inca. O percurso dura aproximadamente 3 horas. Com o circuito 2, você poderá acessar os seguintes lugares:
Características gerais
| Tipo de circuito | Alto longo |
| Tempo de percurso | 3 horas |
| Tipos de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Circuito 2 Llaqta Machu Picchu | Circuito 2 + Ponte Inka |

Com este circuito, você poderá visitar a parte baixa da cidadela inca. O percurso dura aproximadamente 1h 30m. Com o circuito 3, você poderá acessar os seguintes lugares:
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 1 hora 30 minutos |
| Tipo de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Circuito 3 |
Com este, você terá acesso à cidade de Machu Picchu e à Montanha Machu Picchu, a montanha localizada ao sul da cidade inca. A Montanha Machu Picchu tem 3.082 m de altura, e seu caminho não é muito difícil, sendo adequado para todos.
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 2 horas |
| Tipo de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Montanha Machu Picchu + Circuito 3 |
| Tempo de caminhada | 3 horas 20 minutos (subida e descida da montanha) |
| Horário de entrada | Grupo 1 das 7h às 8h Grupo 2 das 8h às 9h |
| Restrições | Nenhuma |

Assim como o circuito 3, percorre a parte baixa da cidade de Machu Picchu. O percurso dura aproximadamente 1h 30m. Com o circuito 4, você poderá acessar os seguintes lugares:
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 1 hora 30 minutos |
| Tipo de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Circuito 4 |
Com este, você terá acesso à cidade de Machu Picchu e à Montanha Huchuy Picchu, a pequena montanha ao lado de Huayna Picchu. A Montanha Huchuy Picchu está a 2.497 m de altura, seu caminho não apresenta dificuldades, sendo adequado para toda a família.
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 1 hora 30 minutos |
| Tipo de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Montanha Huchuy Picchu + Circuito 4 |
| Tempo de caminhada | 1 hora 30 minutos (subida e descida da montanha) |
| Horário de entrada | Grupo 1 das 6h às 7h Grupo 2 das 7h às 8h Grupo 3 das 8h às 9h Grupo 4 das 9h às 10h Grupo 5 das 10h às 11h Grupo 6 das 11h às 12h Grupo 7 das 12h às 13h Grupo 8 das 13h às 14h Grupo 9 das 14h às 15h |
| Restrições | Nenhuma |
Ao comprar este bilhete, você terá acesso à cidade de Machu Picchu e à montanha Huayna Picchu. A montanha Huayna Picchu está a 2.667 m de altura, possui um caminho difícil, sendo recomendado para aventureiros com boa condição física.
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 1 hora 30 minutos |
| Tipo de Ingresso | Llaqta Machu Picchu | Montanha Huayna Picchu + Circuito 4 |
| Tempo de caminhada | 2 horas 30 minutos (subida e descida da montanha) |
| Horário de entrada | Grupo 1 das 7h às 8h Grupo 2 das 8h às 9h Grupo 3 das 9h às 10h Grupo 4 das 10h às 11h |
| Restrições | Não é permitido subir com crianças menores de 12 anos Não permite o reingresso à cidadela de Machu Picchu |

Este circuito está reservado para todos os turistas que fazem a rota do Caminho Inca. O percurso dura aproximadamente 1h 30m. Com o circuito 5, você poderá acessar os seguintes lugares:
Características gerais
| Tipo de circuito | Curto baixo |
| Tempo de percurso | 1 hora 30 minutos |
| Tipo de Ingresso | Caminho Inka |
Os circuitos em Machu Picchu foram projetados e estabelecidos com o objetivo de garantir a sustentabilidade e prevenir impactos negativos no local. O Santuário Histórico de Machu Picchu é um lugar de grande importância cultural e natural, sendo declarado Maravilha do Mundo, e medidas foram implementadas para conservar e preservar seu valor histórico e ambiental.
Ao direcionar os visitantes através de circuitos específicos, é possível controlar o fluxo de pessoas e minimizar a congestão em áreas sensíveis. Isso ajuda a reduzir o desgaste causado pelo excesso de pisoteio e gar ante a proteção das estruturas e do ambiente natural.
O tempo médio da visita à cidadela de Machu Picchu é de aproximadamente 3 horas e 30 minutos, embora possa variar dependendo do circuito escolhido.
Somente poderá ingressar em Machu Picchu apresentando sua entrada junto com seu passaporte ou documento de identidade, e não é permitido mudar de circuito uma vez que tenha ingressado em Machu Picchu. Isso é para manter a ordem e garantir que todos os visitantes tenham uma experiência segura e fluida.
O circuito 2 é considerado o melhor de Machu Picchu, pois permite um percurso mais completo pelas construções da cidadela Inca. É a área principal que a maioria dos visitantes explora e é composta por uma série de estruturas incas, terraços agrícolas e outros elementos arquitetônicos.
Os circuitos foram desenhados com base nos percursos conhecidos como:


Existem 3 principais atividades para fazer neste local:
O museu Manuel Chávez Ballón recebe esse nome em homenagem ao seu fundador, Manuel Chávez Ballón, conhecido historiador e explorador. No início da década de 1960, graças à gestão do historiador Manuel Chávez, foi realizada a construção do Museu de Sítio.
Este museu iniciou com a exibição de amostras arqueológicas incas e material cultural encontrado no santuário de Machu Picchu, sem valorizar sua função histórica. Em 2000, foi realizada uma reestruturação na forma de apresentar os objetos ao público, considerando assim seu valor histórico, incluindo uma investigação arqueológica exaustiva sobre os objetos.
Assim, em 25 de julho de 2005, o museu reabriu suas portas e foi inaugurado o que conhecemos hoje como museu Manuel Chávez Ballón, recebendo este nome em homenagem ao seu fundador.
Nasceu em 12 de junho de 1919 em Puno, em sua adolescência guiou Luís E. Valcárcel e Julio César Tello até Pucara, esta expedição marcaria sua vocação. Estudou pedagogia na universidade Mayor de San Marcos, onde em 1942 juntou-se à Expedição Arqueológica do Sul do Peru como delegado da universidade, expedição liderada pelo Dr. Julio C. Tello, onde se descobriram Wiñaywayna.
Foi nomeado Visitador Nacional de Monumentos Arqueológicos em 1963 e três anos depois Arqueólogo Residente do Complexo Arqueológico de Machu Picchu, onde gerencia a construção do museu de sítio da cidade inca. Em 1977 fundou a carreira profissional de arqueologia e ao mesmo tempo fundou o «Talle Inka» onde também ministrava aulas. Faleceu em 12 de junho de 2000 em seu ateliê.
O Museu Manuel Chávez Ballón está localizado no Km 112 do trajeto de subida para a cidade inca de Machu Picchu, a cerca de 5 minutos de ônibus e 30 minutos a pé de Águas Calientes - Machu Picchu Pueblo.
O horário de funcionamento do museu é das 9h às 16h, de segunda a domingo.
O ingresso pode ser comprado na própria entrada do museu aos seguintes preços:
| Preço em soles | Preço em dólares | |
|---|---|---|
| Adulto | S/. 22 | 7 USD |
| Estudante universitário | S/. 11 | 4 USD |
| Escolar (8 a 17 anos) | S/. 8 | 3 USD |
No museu de Machu Picchu, os visitantes podem explorar uma variedade de exposições que ilustram a história e a cultura dos Incas. As exposições incluem artefatos arqueológicos, como cerâmicas, ferramentas e tecidos, bem como uma explicação detalhada sobre as técnicas de construção inca e a importância astronômica de Machu Picchu.
Além disso, o museu oferece um espaço interativo onde os visitantes podem aprender sobre a flora e fauna da região, complementando a visita com visuais impressionantes do ambiente natural que envolve o sítio arqueológico.
O Museu Manuel Chávez Ballón está aberto todos os dias das 9h às 16h30. É recomendável dedicar pelo menos 1 a 2 horas para uma visita completa, permitindo tempo suficiente para absorver as informações e apreciar os itens em exibição.
Para uma melhor experiência, considere visitar o museu nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde, quando o fluxo de turistas é geralmente menor. Também é aconselhável ler sobre a história de Machu Picchu antes da visita para ter um contexto mais rico durante a exploração do museu.
O museu está localizado a uma curta caminhada de Águas Calientes, a cidade mais próxima de Machu Picchu. A partir do centro da cidade, siga em direção ao rio Urubamba e continue pela trilha que leva diretamente ao museu. A caminhada é tranquila e oferece vistas encantadoras do rio e da paisagem circundante.
Para mais informações sobre exposições, eventos especiais ou perguntas gerais, os visitantes podem contactar o museu diretamente através do telefone ou e-mail fornecidos no site oficial. Também é possível agendar visitas guiadas, que oferecem um insight mais profundo sobre os mistérios de Machu Picchu e a civilização Inca.
Por fim, o Museu Manuel Chávez Ballón não é apenas um ponto de interesse para turistas, mas um recurso educacional importante que preserva e dissemina o conhecimento sobre um dos mais fascinantes sítios arqueológicos do mundo.

A montanha Machu Picchu, apesar de ser mais extensa em termos de distância e mais alta no cume, é muito mais fácil de realizar do que a montanha “Huayna Picchu”, oferecendo trilhas mais amplas e menos íngremes.
A montanha Machu Picchu foi uma trilha muito utilizada pelos Incas, especialmente para fins militares, pois tem uma vista de 360 graus de todo o vale que circunda a cidade de Machu Picchu, o que permitiria emitir um alerta precoce contra qualquer ameaça de invasão de outra cultura adjacente.
Atualmente, é uma importante alternativa de viagem dentro do parque arqueológico de Machu Picchu e recebe centenas de visitantes por dia.
A montanha Machu Picchu está localizada ao sul da cidade de Machu Picchu e tem uma altura de 3.082 m.
Para entrar na montanha, você deve comprar o bilhete para o Circuito 1 - Rota Montanha Machu Picchu que inclui a visita da cidade de Machu Picchu pela parte superior, onde terá vistas panorâmicas das principais estruturas incas; além disso, terá a oportunidade de tirar a foto clássica do mirante da Casa do Guardião. Também com este bilhete terá acesso à Montanha Machu Picchu.
Se você deseja conhecer esta montanha, pode reservar o Tour Montanha Machu Picchu conosco e desfrutar de uma experiência única neste lugar impressionante.
A trilha para alcançar o topo da montanha Machu Picchu é menos complicada em comparação com a trilha de subida da montanha Huayna Picchu. A rota é mais larga e menos íngreme.
É a montanha mais alta de todas as que cercam a cidade de Machu Picchu. Em todo o percurso você estará cercado pela natureza e oferece um trajeto menos desafiador perfeito para famílias com crianças pequenas e pessoas aventureiras de todas as idades.
A montanha Machu Picchu possui um clima fresco e quente em certos momentos do dia, na temporada de chuvas costuma estar nublado com chuvas leves.
A temperatura na montanha varia entre 18 °C e 20 °C como máximo e entre 7 °C e 10 °C como mínimo, ao estar localizada em maior altitude a temperatura pode cair até -3 °C.
A melhor época para subir a montanha é na temporada seca, que vai de abril a outubro, já que as chuvas não são constantes e o percurso torna-se mais simples.

A montanha Machu Picchu não possui nenhum atrativo arqueológico em seu trajeto; no entanto, ao estar cercado por abundante flora, é possível observar uma maior quantidade de orquídeas, entre os mais de 400 tipos diferentes.
Da mesma forma, é mais provável conviver com a fauna local, pois o trajeto, ao não ser muito visitado pelos turistas, é o favorito de aves como os beija-flores, também é possível encontrar uma infinidade de borboletas.
A capacidade máxima para a montanha Machu Picchu é de 400 pessoas por dia, dividida em grupos de 200 pessoas cada. No entanto, é recomendado reservar o bilhete com 1 mês de antecedência.
Os horários de entrada para a montanha Machu Picchu são:
Primeiro grupo
Segundo grupo
Para chegar à Montanha Machu Picchu deve adquirir com antecedência o bilhete de entrada para o Circuito 1 - Rota Montanha Machu Picchu.
O Circuito 1 - Rota Montanha Machu Picchu, inclui a entrada na cidade de Machu Picchu (parte superior) + Montanha Machu Picchu, permite chegar ao topo da montanha e visitar a parte superior de Machu Picchu, onde terá vistas das principais estruturas incas da cidade, além de poder tirar a foto clássica da Casa do Guardião. O percurso dura aproximadamente 4 horas.

Para facilitar a sua escolha, apresentamos um quadro comparativo entre ambos os caminhos:
| Diferenças | Montanha Huayna Picchu | Montanha Machu Picchu |
|---|---|---|
| Localização | Ao norte da cidadela de Machu Picchu | Ao sul da cidadela de Machu Picchu |
| Altitude | 2.693 m.s.n.m | 3.082 m.s.n.m |
| Distância | 2 Km, desnível 290 m | 2 Km, desnível 200 m |
| Tempo de caminhada | 3 h (subida e descida) | 4 h (subida e descida) |
| Acesso | Setor de Huayranas | Desvio Casa do Guardião |
| Horários |
|
|
| N° de visitantes | 325 pessoas por dia | 250 pessoas por dia |
| Circuito | Circuito 3 - Rota Waynapicchu | Circuito 1 - Rota Montanha Machu Picchu |
| Reingresso | Não permite o reingresso à cidadela | Permite o reingresso à cidadela |
| Atrativos arqueológicos | Andenerias e templo da Lua | Nenhum |
| Restrições | Apenas para maiores de 12 anos | Para todo o público |
| Dificuldade | Média-Alta | Média |
A montanha Machu Picchu é uma das montanhas que circunda a cidade de Machu Picchu. Geralmente, não aparece nas fotografias, por isso não é muito conhecida.
A melhor época para subir ao topo da Montanha Machu Picchu é na temporada seca, já que as chuvas são menos frequentes e o clima é perfeito, abrangendo os meses de abril a outubro.
A montanha Machu Picchu está localizada ao sul da cidade de Machu Picchu.
Sim, para garantir disponibilidade no dia desejado, é necessário reservar com 3 meses de antecedência.
O tempo aproximado é de 4 horas entre a subida e a descida.
Não há restrições de idade para subir à Montanha Machu Picchu, crianças menores de 12 anos devem ser acompanhadas por um adulto.
Sim, é possível realizar a visita a ambas as atrações no mesmo dia comprando o bilhete que inclui Machu Picchu + Montanha.
Apenas são permitidos bastões de trekking com ponta de borracha, pois os comuns danificam o solo, além disso, é recomendável não levá-los porque você precisará das mãos livres para ajudar no caminho.
Claro, este caminho por ser mais amigável é recomendado para pessoas de todas as idades.

Águas Quentes ou Machu Picchu é a cidade mais próxima da Maravilha do Mundo. Localizada a apenas 25 minutos de ônibus da cidadela inca, torna-se a principal via de acesso ao Santuário de Machu Picchu.

O Povoado de Aguas Calientes começou como um pequeno acampamento ferroviário conhecido como Maquinachayoq, para a construção da linha férrea que uniria Cusco a Santa Ana (distrito da província de La Convención). A este acampamento uniram-se famílias dedicadas à agricultura, formando um pequeno povoado no ano de 1901. Quando o ferrocarril foi concluído em 1931, a população se estabeleceu no local.
Águas Quentes deve seu nome às fontes termais que possui, este lugar; sendo um passo antes de chegar a Machu Picchu, oferece vários atrativos turísticos que poucos conhecem.
A cidade de Águas Quentes está localizada a 112 km ao nordeste da cidade do Cusco, com uma altitude de 2.040 m. Situa-se às margens do rio Urubamba (rio que atravessa todo o Vale Sagrado dos Incas) rodeada por vegetação típica da borda da selva. Esta cidade pertence à província de Urubamba, departamento de Cusco.
A cidade de Águas Quentes fica a 3 h 30 m da cidade do Cusco (1 h 30 m de ônibus e 2h de trem).
A cidadela de Machu Picchu fica a 10Km de distância da cidade de Águas Quentes. Aproximadamente 25 minutos de distância de ônibus.
O clima é temperado-quente (por estar na borda da selva) muito úmido. Sua temperatura gira em torno de 16 °C e 20 °C. Está delimitado por duas estações: estação chuvosa e estação de seca.
Para chegar à cidade de Águas Quentes, existem várias opções.

Ao chegar a este mágico povoado podemos perceber o quão acolhedor ele é. Machu Picchu Pueblo tem muitas atrações das quais se pode desfrutar enquanto se visita, ou antes, de subir à cidadela inca.
Localizado no final da Av. Hermanos Ayar, encontra-se uma nascente de onde fluem águas termais, com uma temperatura que varia entre 38 °C e 45 °C. Este lugar é o preferido pelos visitantes, que buscam relaxar entre a natureza, antes ou depois de sua visita a Machu Picchu. A cidade de Águas Quentes deve seu nome precisamente a este lugar.
Putucusi, que vem do quechua e significa “Montanha feliz”, é uma das montanhas que rodeiam a cidadela de Machu Picchu. A visita a esta montanha é totalmente gratuita, seu percurso começa no mesmo povoado, sendo o trajeto o mais complicado (inclusive mais que a subida à montanha Huayna Picchu). Em certo trecho é necessário subir por uma corda e por degraus de madeira muito íngremes.
Os jardins de Mandor, localizados a 4 km da cidade de Águas Quentes, 1h de caminhada aproximadamente. É uma área natural cheia de vegetação que possui uma catarata com queda de água de aproximadamente 15 m. Este lugar não é apenas incrível pela beleza natural, mas também porque ajuda na preservação de centenas de espécies de flora e fauna da região. Este lugar também oferece um local para acampamento, para desfrutar ao máximo do lugar.
O Borboletário de Águas Quentes é uma parada obrigatória antes ou após visitar Machu Picchu. Este fantástico lugar estuda aproximadamente 300 espécies de borboletas da região. Localizado à margem do rio Urubamba, este espaço não só abriga borboletas mas também flora importante para o seu desenvolvimento.
Como iniciativa do governo local, foram construídas cerca de 37 esculturas de pedra em todo o povoado, conhecidas como “Crônicas de pedra”. O trabalho em pedra foi realizado por artistas cusquenhos para embelezar a cidade, todas com temática andina. Não é necessário ter um ingresso, ao estarem à vista de todos os visitantes, na praça e nas principais ruas do povoado.
O museu de sítio “Manuel Chávez Ballón” (explorador peruano que trabalhou em Machu Picchu) possui cerâmica e ferramentas incas encontradas nas escavações realizadas em Machu Picchu. Este local foi reaberto em julho de 2005.
Está localizado no caminho de Águas Quentes para Machu Picchu, cerca de 30 minutos a pé, com atendimento diário das 9h às 16h. Para entrar neste local é necessário ter um ingresso que pode ser adquirido online.

A melhor época para visitar Águas Quentes é a temporada de seca, que abrange os meses de abril a outubro, quando as chances de chuva são menores.
Para chegar a Águas Quentes, deve-se ir a uma estação de trem, geralmente a estação de Ollantaytambo, que fica a 1h de ônibus de Cusco; de lá, são 2h de viagem de trem até chegar a Águas Quentes.
Devido ao clima temperado quente durante o dia, recomenda-se levar roupas leves, porém, à noite, a temperatura pode cair, então é necessário um agasalho. Também é recomendável levar roupas impermeáveis, pois a chuva pode chegar de surpresa a qualquer momento do dia.
Para evitar o mal de altura, é recomendável ter uma aclimatação gradual ao chegar à cidade do Cusco e complementar isso com uma dieta leve, pois isso pode aumentar o risco de sofrer deste mal. Este processo não durará mais de 2 dias.


A montanha Huayna Picchu ou Wayna Picchu está localizada a 2.667 m de altura, ao norte da cidadela de Machu Picchu. O caminho para chegar ao topo desta montanha é complicado, pois conta com escadas e trilhas estreitas e muito íngremes.
Este percurso não é recomendado para pessoas que sofrem de vertigem, nem para crianças menores de 12 anos ou idosos.
Huayna Picchu é uma palavra que vem do quéchua “Wayna” que significa jovem e “Picchu” montanha, sua tradução seria “Montanha Jovem”. Seria o antônimo da também famosa montanha Machu Picchu, que significa “Montanha Velha”.
Esse nome é dado para comparar as duas montanhas, sendo Huayna Picchu menor que a montanha Machu Picchu. Na maioria das fotos, não se consegue ver a montanha de Machu Picchu, apenas Huayna Picchu.
A montanha Huayna Picchu está localizada ao norte de Machu Picchu, a uma altitude de 2.667 m, pertencente à Cordilheira dos Andes. Sua base é cercada pelo rio Urubamba que atravessa todo o Vale Sagrado dos Incas.
Para acessar essa montanha, você deve comprar o ingresso para o Circuito da Realeza 3 ou Parte Baixa + Huayna Picchu. que inclui o ingresso para a cidadela de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu, além da visita à Casa Inka, o Templo do Sol, os Espelhos d'Água, a zona agrícola e a Rocha Sagrada.
A trilha para chegar ao topo da montanha Huayna Picchu é muito difícil, pois possui trechos estreitos e íngremes, além de incluir vários setores com escadas esculpidas na própria pedra.
Ao longo do percurso, você também encontrará muita vegetação, o que dá a sensação de estar em um lugar inexplorado. Se tiver sorte, poderá encontrar fauna em seu habitat natural.

A montanha Huayna Picchu geralmente tem um clima claro ao longo do dia, com ventos fortes devido à altitude, embora na temporada de chuvas costuma estar nublada com leves chuvas.
A temperatura na montanha Huayna Picchu varia entre 19 °C e 21 °C na temperatura máxima e entre 8 °C e 11 °C na mínima, mas à noite pode cair até 0 °C.
A melhor época para subir a montanha é na temporada seca, que vai de abril a outubro, pois nessa época as chuvas são raras e as superfícies do caminho não estão escorregadias ou molhadas. Além disso, a vista da cidadela é melhor porque não costuma estar coberta de nuvens.
O Templo da Lua é uma das estruturas mais incríveis dentro da cidadela de Machu Picchu. Este lugar também é conhecido como “A joia escondida de Machu Picchu” porque está dentro de uma caverna natural em Huayna Picchu, a quase 1 km do topo da Montanha. Não costuma ser muito visitado devido à sua distância e caminho complicado.

Os horários para o ingresso na montanha Huayna Picchu são divididos por grupos de 50 pessoas cada um, já que só é permitido o ingresso de 325 pessoas por dia.
Primeiro grupo
Segundo grupo
Terceiro grupo
Quarto grupo
Para chegar ao Huayna Picchu, você deve adquirir com antecedência o bilhete de ingresso para a Cidadela de Machu Picchu e comprar outro bilhete de ingresso para a montanha Wayna Picchu.
O Circuito da Realeza 3 ou Parte Baixa + Huayna Picchu que inclui a entrada para Machu Picchu + Huayna Picchu permite chegar ao topo da montanha Huayna Picchu e visitar a parte baixa de Machu Picchu, ou seja, apenas o setor urbano, além da visita à Casa Inka, o Templo do Sol, os Espelhos d'Água, a zona agrícola e a Rocha Sagrada. O percurso dura aproximadamente 3 horas.

Para facilitar sua escolha, apresentamos uma tabela comparativa das duas trilhas:
| Diferenças | Montanha Huayna Picchu | Montanha Machu Picchu |
|---|---|---|
| Localização | Ao norte da cidadela de Machu Picchu | Ao sul da cidadela de Machu Picchu |
| Altitude | 2.693 m.s.n.m | 3.082 m.s.n.m |
| Distância | 2 Km, desnível 290 m | 2 Km, desnível 200 m |
| Tempo de caminhada | 3 h (subida e descida) | 4 h (subida e descida) |
| Acesso | Setor de Huayranas | Desvio Casa do Guardião |
| Horários |
|
|
| N° de visitantes | 325 pessoas por dia | 250 pessoas por dia |
| Circuito | Circuito 3 - Rota Waynapicchu | Circuito 1 - Rota Montanha Machu Picchu |
| Reingresso | Não permite o reingresso à cidadela | Permite o reingresso à cidadela |
| Atrativos arqueológicos | Andenerias e templo da Lua | Nenhum |
| Restrições | Apenas para maiores de 12 anos | Para todo o público |
| Dificuldade | Média-Alta | Média |
A Montanha Huayna Picchu é a famosa montanha que aparece em todas as fotografias de Machu Picchu.
A montanha Huayna Picchu está localizada ao norte da cidadela inca, é a montanha que aparece na famosa foto de Machu Picchu.
Huayna Picchu vem do quéchua “Wayna” que significa jovem e “Picchu” montanha, sua tradução seria “Montanha Jovem”.
Sim, para garantir disponibilidade na data desejada, é necessário reservar com 6 meses de antecedência.
O bilhete custa aproximadamente 55 USD por pessoa.
O tempo aproximado é de 3 horas entre a subida e a descida.
Para subir a montanha Huayna Picchu, é necessário ter pelo menos 12 anos, devido à trilha íngreme.
A montanha Huayna Picchu não é perigosa para os turistas, mas é desafiadora; no entanto, é necessário tomar algumas precauções em determinados trechos da montanha.
Sim, é possível visitar ambas as atrações no mesmo dia, comprando o bilhete que inclui Machu Picchu + montanha Wayna Picchu.
Somente são permitidos bastões de trekking com ponta de borracha, pois os comuns danificam o solo. Além disso, é recomendável não levá-los, pois você precisará das mãos livres para se ajudar no caminho.
Sim, você pode encontrar guias turísticos para subir esta montanha, mas isso é opcional.


Passageiros felizes