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Descrição

Hatun Rumiyoc é uma expressão em quéchua geralmente associada à ideia de “pedra grande” ou “lugar da pedra grande”. Segundo a tradição histórica, neste setor ficava o palácio do inca Inca Roca, residência de sua linhagem ou panaca.

Após a conquista espanhola, parte do antigo palácio foi reutilizada para construir uma casona colonial vinculada à família Valverde Contreras y Xáraba, marqueses de Rocafuerte. Atualmente, o imóvel faz parte do Palácio Arcebispal e abriga o Museu de Arte Religiosa de Cusco.

Onde fica?

Está localizada na rua Hatun Rumiyoc, a poucos minutos a pé da praça de Armas de Cusco. Tomando como referência a praça de Armas, basta avançar pelo lado da Igreja do Triunfo e continuar pela rua de pedestres Hatun Rumiyoc, onde se encontra o antigo muro inca.

Atrativos

Nesta rua, é possível apreciar a Pedra dos 12 Ângulos, uma das peças mais representativas da arquitetura inca pela precisão de seu talhado e encaixe. A pedra faz parte do muro do antigo palácio de Inca Roca, atualmente integrado ao Palácio Arcebispal.

Também é possível visitar o Museu de Arte Religiosa, localizado dentro do Palácio Arcebispal. Nos arredores, há lojas de artesanato, galerias e restaurantes, por isso a visita pode ser complementada com um passeio pelo centro histórico.

Horário

A rua Hatun Rumiyoc e a Pedra dos 12 Ângulos podem ser observadas a partir da via pública. Para ingressar no Museu de Arte Religiosa, recomenda-se verificar os horários e tarifas vigentes antes da visita. Não é permitido tocar nem danificar os muros incas.

Descrição

Qoraqora é um termo quéchua que costuma ser interpretado como “lugar com abundante capim” ou “herbazal”. Na época inca, este antigo local ficava junto à Qasana e fazia parte do entorno urbano vinculado a Waqaypata, a atual Praça de Armas de Cusco.

Diferentemente da cidade atual, ambos os espaços não eram separados por uma rua, como acontece hoje com a rua Procuradores. Seu lado oriental provavelmente se orientava para uma antiga via pública, próxima ao traçado da atual rua Suecia.

Segundo referências históricas, este palácio é atribuído a Inca Roca e teria estado vinculado ao Ayllu Raurau, sua linhagem real ou panaca. Após a chegada dos espanhóis, parte do antigo terreno foi adjudicada a Gonzalo Pizarro e depois transformada por construções coloniais.

Localização

Estava localizado junto à Qasana, e sua fachada possivelmente dava para Waqaypata, na área que hoje corresponde ao Portal Harinas, ao norte da Praça de Armas.

Atrações

Durante o período colonial, residências e edificações foram erguidas sobre os alicerces do antigo palácio inca. Como ocorreu com outros espaços de Cusco, parte de suas bases de pedra ficou integrada a casarões, portais e construções posteriores.

Atualmente, o visitante pode reconhecer este antigo setor por meio do traçado urbano, dos portais e dos casarões coloniais que rodeiam a Praça de Armas. Muitos desses imóveis funcionam hoje como comércios, restaurantes e serviços turísticos, mostrando como Cusco conserva seu passado inca e colonial.

Horário

Qoraqora não funciona como um complexo arqueológico independente com horário regular de visita. Seus vestígios e referências urbanas podem ser apreciados durante um passeio pelo Centro Histórico de Cusco, especialmente no entorno da Praça de Armas, Portal Harinas, rua Procuradores e rua Suecia. Com a CuscoPeru.com, você pode organizar uma visita mais detalhada ou uma interpretação histórica do local, o que ajudará a planejar sua visita de forma simples e segura.

Descrição

Qollqanpata, também conhecida como Colcampata, foi um dos setores mais antigos e importantes do Cusco inca. Seu nome quéchua costuma ser interpretado como “lugar de depósitos” ou “local dos depósitos”, em referência aos antigos armazéns que teriam existido nesta área durante o período inca.

Segundo a tradição histórica, este lugar esteve vinculado a Manco Cápac, considerado o primeiro inca e fundador mítico de Cusco. No setor teriam existido várias construções importantes, entre elas o antigo palácio de Qollqanpata e espaços cerimoniais associados ao entorno de Sapantiana.

Durante o período colonial, a área foi transformada e ocupada por novas construções. Após a chegada dos espanhóis, parte deste setor esteve vinculada a Diego de Almagro e, posteriormente, ao desenvolvimento urbano do bairro de San Cristóbal.

Onde fica?

Está localizada nas encostas do cerro Sacsayhuamán, no atual bairro de Qollqanpata.

Atrações

Atualmente, na região conservam-se vestígios de muros incas e fragmentos de arquitetura lítica que permitem reconhecer a importância do antigo conjunto. Um de seus elementos mais visíveis é uma parede inca integrada ao entorno urbano atual, próxima à pracinha de San Cristóbal.

A fachada inferior do antigo conjunto estava orientada para uma praça retangular, hoje reduzida e conhecida como pracinha de San Cristóbal. A partir desse ponto, também se obtém uma das vistas mais conhecidas da cidade de Cusco.

Atrás de um dos muros conservados, menciona-se a existência de uma representação lítica interpretada como uma figura humana que parece carregar algo nas costas. Esse tipo de elemento requer uma explicação especializada para compreender melhor sua possível função simbólica ou cerimonial.

Horário

Qollqanpata não funciona como um complexo arqueológico independente com horário regular de visita. Seus vestígios visíveis podem ser apreciados durante um passeio pelo bairro de San Cristóbal e pelo Centro Histórico de Cusco. Com a CuscoPeru.com, você pode realizar uma visita mais detalhada ou uma interpretação histórica do local, o que ajudará a organizar sua visita de maneira simples e segura.

Descrição

Qasana é uma palavra quéchua cujo significado é “lugar gelado” ou “onde cai a geada”. Na época inca, estendia-se desde as calçadas paralelas ao rio Saphy até o palácio de Qoraqora, com sua fachada voltada para Waqaypata, enquanto seus espaços internos se orientavam para o setor conhecido como o “bairro das escolas”.

Segundo diversas referências históricas, Qasana teria sido o palácio do inca Pachacútec e esteve vinculada à sua linhagem real, conhecida como Iñaca Panaca ou Hatun Ayllu. Durante o período colonial, parte do antigo terreno foi transformada e ocupada por novas construções, entre elas espaços associados à presença de Francisco Pizarro em Cusco.

Onde fica?

Qasana estava situada no setor do que hoje é a Praça de Armas e fazia divisa com as ruas Procuradores, Tecsecocha, Amargura, Saphi e Plateros.

Atrações

Atualmente, a área é ocupada por casarões coloniais e republicanos que, em sua maioria, funcionam como comércios, restaurantes, hospedagens e serviços turísticos. Em alguns setores, ainda é possível observar bases e muros de origem inca integrados a construções posteriores.

Esses vestígios permitem entender como a cidade colonial e moderna de Cusco foi erguida sobre antigos espaços cerimoniais, residenciais e administrativos do período inca. Qasana conserva especial importância por sua ligação com Pachacútec, um dos governantes mais importantes do Tahuantinsuyo.

Horário

Qasana não funciona como um complexo arqueológico independente com horário regular de visita. Seus vestígios visíveis podem ser apreciados durante um passeio pelo Centro Histórico de Cusco.

Descrição

“Pukamarka” significa “lugar vermelho”, nome dado a este palácio, que tinha uma planta retangular delimitada por muros e estava localizado a sudeste de Waqaypata. O local esteve associado a Túpac Inca Yupanqui e ao seu linhagem real.

Segundo algumas referências históricas, Túpac Inca Yupanqui teria mandado construir este palácio como uma forma de reafirmar sua autoridade dentro do poder imperial. No entanto, sua residência não se localizava diretamente na praça principal, onde já existiam palácios associados a governantes anteriores, como Qasana, vinculado a Pachacútec.

O conjunto teria apresentado uma planta retangular delimitada por muros de pedra. Embora grande parte de sua estrutura tenha sido transformada durante os períodos colonial e republicano, ainda se conservam importantes trechos de muros incas integrados a construções posteriores.

Onde fica?

Está localizado entre as ruas Maruri, San Agustín, Santa Catalina Ancha e Arequipa.

Atrações

Atualmente, é possível observar vários trechos de muros incas que fizeram parte do antigo conjunto. Durante o período colonial, numerosas portas e acessos foram abertos nos muros originais, adaptando-os às necessidades dos novos habitantes.

Sobre essas bases incas foram erguidas construções coloniais e republicanas que hoje funcionam como lojas, escritórios e residências. Essa sobreposição arquitetônica permite observar como a cidade moderna de Cusco ainda conserva, em pleno centro histórico, parte da estrutura urbana da antiga capital inca.

Horário

O Palácio de Pukamarka não funciona como um complexo arqueológico independente com horário regular de visita. Seus muros exteriores podem ser apreciados durante um passeio pelo Centro Histórico de Cusco. Para ingressar em espaços internos ou realizar uma visita especializada, recomenda-se consultar previamente uma agência de viagens local ou os estabelecimentos que atualmente ocupam o imóvel.

Descrição

Kiswar Kancha é uma expressão quéchua que pode ser traduzida como “lugar dos kiswares”, em referência ao kiswar, um arbusto nativo dos Andes. Segundo algumas fontes históricas, este antigo palácio inca teria pertencido ao inca Wiracocha e teria funcionado como residência de sua panaca ou linhagem.

Presume-se que o palácio tinha planta quadrangular e era composto por edifícios, pátios e espaços interiores. Após a conquista espanhola, o antigo conjunto foi adjudicado a Alonso de Meza e, posteriormente, parte do espaço foi ocupada por edificações religiosas coloniais.

No lado sul do antigo conjunto, teria ficado o Suntur Wasi, uma construção associada a funções cerimoniais e ao resguardo de emblemas ou armas.

Onde fica?

O antigo Kiswar Kancha ficava no lado nordeste da atual praça de Armas de Cusco, no setor onde hoje se encontram a Catedral de Cusco e a Igreja da Sagrada Família, também conhecida como Igreja de Jesus, Maria e José.

Atrativos

Atualmente, no espaço que foi ocupado pelo antigo Kiswar Kancha, é possível apreciar a Basílica Catedral de Cusco e a Igreja da Sagrada Família, dois dos principais monumentos religiosos do centro histórico.

Hoje não se conservam restos visíveis do antigo palácio como atrativo independente; no entanto, sua história permite compreender a transformação do antigo Cusco inca em cidade colonial.

Horário

O antigo Kiswar Kancha não conta com horário próprio, pois não se conservam restos visíveis abertos ao público como atrativo independente. Para visitar a Catedral de Cusco ou a Igreja da Sagrada Família, recomenda-se verificar os horários e tarifas vigentes do complexo catedralício antes da visita.

Descrição

Hatun Kancha é uma expressão quéchua que significa “o grande cercado”. Segundo algumas fontes, este antigo palácio inca teria pertencido a Amaru Inca Yupanqui, e ali teria residido sua linhagem ou panaca.

Algumas versões indicam que Amaru Inca Yupanqui, por sua posição dentro da elite inca, pode ter sido considerado um possível herdeiro do Tawantinsuyo. No entanto, quando Túpac Inca Yupanqui assumiu o poder, Amaru teria conservado o direito sobre seu palácio e sua panaca.

Localização

O antigo Hatun Kancha ficava a leste da atual praça de Armas de Cusco, antiga Waqaypata. Era delimitado pelas atuais ruas Triunfo, Santa Catalina Angosta e Herrajes.

Atrativos

Atualmente, o espaço que foi ocupado pelo antigo Hatun Kancha é ocupado por casonas coloniais e construções erguidas sobre antigos alicerces incas. Muitas dessas edificações abrigam negócios vinculados ao setor turístico.

Horário

Os restos visíveis do antigo Hatun Kancha podem ser observados a partir da via pública. O ingresso nos imóveis ou negócios atuais depende das condições de cada estabelecimento.

Descrição

Amaru Kancha é uma expressão quéchua que pode ser traduzida como “recinto da serpente”. Segundo algumas fontes, teria sido mandado construir por Huayna Cápac e teria funcionado como residência vinculada ao Tumipampa Ayllu.

Este antigo palácio inca ficava em frente à atual praça de Armas de Cusco, antiga Waqaypata. Era separado do Acllawasi, ou Casa das Escolhidas, pelo Inti K’ijllu, antigo caminho inca que corresponde à atual rua Loreto. Em direção ao sudoeste, o conjunto se estendia rumo ao rio Saphy.

Após a conquista espanhola, durante a distribuição dos terrenos, diferentes partes do antigo palácio foram adjudicadas a Hernando Pizarro, Mancio Sierra de Leguizamo, Antonio Altamirano e Alonso Mazuela. Posteriormente, uma parte importante do espaço foi ocupada pelos jesuítas, que construíram ali a Igreja da Companhia de Jesus.

Onde fica?

O antigo Amaru Kancha ficava em frente à atual praça de Armas de Cusco, no setor compreendido entre a rua Loreto, a avenida El Sol e o entorno da Igreja da Companhia de Jesus.

Atrativos

Do antigo palácio conservam-se poucos vestígios visíveis. Na rua Loreto, ainda é possível apreciar muros incas que fizeram parte do conjunto original.

No espaço que foi ocupado pelo antigo Amaru Kancha encontram-se hoje a Igreja da Companhia de Jesus, o Palácio da Justiça e ambientes vinculados à Universidade Nacional de San Antonio Abad de Cusco.

Horário

Os muros visíveis do antigo Amaru Kancha podem ser observados a partir da via pública, especialmente na rua Loreto. Para ingressar em recintos atuais, como a Igreja da Companhia de Jesus, recomenda-se verificar os horários vigentes antes da visita.

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