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Visitar Taqrachullo, também conhecido como María Fortaleza, permite conhecer um dos sítios arqueológicos mais importantes de Espinar, Cusco. Este lugar conserva evidências de ocupações wari, qolla/cana e inca, com mais de 300 construções arqueológicas restauradas, entre recintos, escadarias, fontes, kallankas e muros. A partir de sua localização, também é possível apreciar vistas panorâmicas do entorno dos Três Cânions de Suyckutambo. Neste artigo, explicamos como chegar, o que ver e quais dicas levar em conta para aproveitar melhor a experiência.

O que é Taqrachullo e por que está chamando a atenção?

É um sítio arqueológico com séculos de história. Segundo as pesquisas, esteve vinculado a ocupações wari, qolla e inca. Abrange aproximadamente 17,4 hectares e reúne mais de 500 estruturas, incluindo recintos retangulares e circulares, chullpas, muros de contenção e caminhos incas.
Seus espaços cerimoniais em forma de D e seus vestígios arqueológicos mostram sua importância cultural. Acredita-se que tenha funcionado como centro de vigilância, defesa ou controle territorial.
No final de 2024, o sítio foi habilitado para a visita turística após um processo de restauração que permitiu recuperar mais de 300 construções arqueológicas. Nos últimos anos, Taqrachullo ganhou maior atenção pelos trabalhos de pesquisa, restauração e valorização, já que está muito próximo do entorno da Área de Conservação Regional Três Cânions, criada em 2017 para proteger 39.485,11 hectares nesta zona alta de Cusco.

História de Taqrachullo: entre María Fortaleza e a possível Ancocagua

Taqrachullo ou María Fortaleza: são o mesmo lugar?

Sim. María Fortaleza também é conhecida como Taqrachullo, ou seja, pode ser chamada por qualquer um dos dois nomes. O nome originário do centro arqueológico é Taqrachullo, uma denominação que faz referência aos primeiros ayllus do lugar. Com o passar do tempo, durante o período colonial, os espanhóis começaram a renomeá-lo como María Fortaleza, nome pelo qual o sítio é conhecido atualmente.

Onde fica María Fortaleza Taqrachullo?

O sítio arqueológico está localizado na comunidade campesina de Chaupimayo, distrito de Suyckutambo, província de Espinar, região de Cusco. Encontra-se a uma altitude aproximada de 4.102 m.

O que é possível ver no complexo arqueológico de Taqrachullo?

Neste centro arqueológico, é possível observar os seguintes elementos:

Como chegar a Taqrachullo a partir de Cusco

A partir de Cusco, a viagem de ônibus até Espinar dura aproximadamente entre 5 e 6 horas. A partir da cidade de Espinar, é necessário pegar um transporte local por estrada por cerca de 45 minutos até Suyckutambo e Taqrachullo.

Taqrachullo e sua relação com os Três Cânions de Suyckutambo

O mirante dos Três Cânions está situado a sudeste do sítio arqueológico e permite desfrutar de uma vista panorâmica de 360° dos cânions formados pelo rio Apurímac e seus afluentes. A partir daqui, é possível observar o profundo cânion de Virginniyoc, os bosques de queñua e o céu aberto da puna cusquenha. É um ponto natural para admirar a paisagem andina em toda sua magnitude.

Melhor época para visitar Taqrachullo em Espinar

O clima em Taqrachullo é frio e seco durante todo o ano, com temperatura anual aproximada de 6,6 °C. Durante o dia, a temperatura pode chegar a 16,3 °C, enquanto à noite pode cair para -4,4 °C.

É possível visitar María Fortaleza Taqrachullo durante todo o ano, mas a melhor época é entre maio e setembro, quando o clima é seco e há menos chuvas. Durante esses meses, o céu aberto permite apreciar as paisagens andinas com maior clareza e realizar excursões e aventuras com melhores condições.

Taqrachullo é maior que Machu Picchu?

Algumas publicações recentes compararam a magnitude de Taqrachullo com Machu Picchu; no entanto, essa informação deve ser apresentada com cautela, já que os números variam conforme a fonte e a área considerada.

Dicas para visitar a fortaleza de Taqrachullo

Para visitar Taqrachullo, leve em conta as seguintes recomendações:

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Sapantiana revela-se como um canto mágico onde a história colonial e a espiritualidade andina se entrelaçam em um cenário natural quase intocado. Este antigo aqueduto do século XVII, construído pelos jesuítas sobre o rio P’ujru, é uma joia da engenharia viceregal que ainda permanece de pé. Seu nome, de origem quéchua, significa “o lugar onde a huaca se senta sozinha”, reforçando seu caráter sagrado. Sapantiana não é apenas uma estrutura de pedra com arcos imponentes, mas também um símbolo da fusão entre a arquitetura inca e a influência europeia, mantendo viva a memória de um passado ancestral. Cercado por terraços cobertos de vegetação, caminhos de pedra, muros incas e uma pequena cachoeira, este espaço oferece uma experiência única para quem busca conexão com a história, a natureza e a tranquilidade. Localizado no tradicional bairro de San Blas, é facilmente acessível a pé a partir da Plaza de Armas. É ideal para caminhadas, fotografia, meditação ou para desfrutar de um piquenique em um ambiente sereno. Sapantiana é, sem dúvida, um dos segredos mais bem guardados de Cusco, um lugar onde o tempo parece parar e cada canto conta uma história que vale a pena descobrir.

Perto do centro histórico de Cusco, existe um lugar que parece saído diretamente de um conto mágico. Cercado por antigos terraços, vegetação, canais incas e uma pequena, porém encantadora, cachoeira, Sapantiana é o lugar perfeito que revela o legado colonial e o espírito andino. É um espaço onde os visitantes se envolvem em uma experiência única que combina história, misticismo e natureza em perfeita harmonia.

O QUE É O AQUEDUTO DE SAPANTIANA?

O Aqueduto Colonial de Sapantiana representa um exemplo notável de engenharia hidráulica da era viceregal, construído sobre o rio P’ujru. Sua construção, datada dos séculos XVII e XVIII, foi promovida pela ordem jesuíta junto ao conselho de Cusco. Esta estrutura de pedra, composta por arcos distribuídos em quatro níveis, provavelmente reutilizou materiais líticos da huaca Sapantiana próxima. Até antes de 1950, o canal no topo ainda transportava água para o abastecimento da cidade viceregal. Hoje, permanece como um testemunho vivo da história, resistindo ao desgaste do tempo.

ORIGEM DO NOME "SAPANTIANA"

O nome "Sapantiana" destaca a dimensão espiritual do lugar, referindo-se a um espaço sagrado reservado à veneração de uma huaca inca. A palavra vem do quéchua, combinando “Tiana” (assento) e “Sapan” (único), que se traduz como “O lugar onde a huaca se senta sozinha”.

HISTÓRIA E VALOR CULTURAL

Sapantiana possui uma história profunda que liga o legado inca à era colonial. Esta estrutura fazia parte de uma antiga rede de estradas e canais que integravam diversos setores agrícolas de Cusco. O canal que flui sob a ponte pertence a um sistema hidráulico inca ainda em operação, que outrora abastecia terraços, fontes e áreas de cultivo. Este espaço tem alto valor cultural, representando a fusão de duas tradições construtivas: a engenharia ancestral dos incas e a arquitetura trazida pelos colonizadores.

LOCALIZAÇÃO E CONTEXTO GEOGRÁFICO

Está localizado no bairro de San Blas, uma das áreas mais tradicionais de Cusco, a cerca de 15 minutos a pé da Plaza de Armas. Situa-se em uma ravina conhecida por seus antigos caminhos de pedra e cercada por um ambiente natural que permanece quase intacto, apesar da proximidade com a cidade.

Descrição Visual do Lugar

Ao chegar, os visitantes podem observar uma ponte de pedra de arco único, coberta de musgo e plantas silvestres. Sob ela corre um canal de água cristalina, e nas proximidades cai uma pequena cachoeira, cercada por samambaias e muros de pedra. Os arredores incluem:

O som da água e o canto dos pássaros fazem deste lugar um pequeno oásis de paz dentro da cidade.

Como Chegar a Sapantiana?

Opção recomendada a pé:

Chegar a Sapantiana é bastante fácil. A partir da praça central de Cusco, siga pela rua Triunfo, à esquerda da grande catedral. Depois, caminhe direto até Hatun Rumiyoc, uma rua estreita para pedestres onde se pode ver a pedra dos doze ângulos no muro inca. Em seguida, entre na rua Choquechaca e siga até o final. Por fim, suba as escadas e siga o pequeno riacho, que passa sob o arco colonial.

Dica útil: Também é possível pegar um táxi até as partes superiores de San Blas e depois fazer uma curta caminhada.

ATIVIDADES RECOMENDADAS

DICAS PARA SUA VISITA

Melhor época para ir: Estação seca (abril a outubro), quando os caminhos estão mais firmes e o clima é estável.

O que levar:

Evite ir à noite: Não há iluminação na trilha.

Depoimentos de Viajantes

Descubra Sapantiana, o segredo mais bem guardado de Cusco, e deixe-se levar pelo som da água, pela história nas pedras e pela magia que só os cantos autênticos podem oferecer.

O sítio arqueológico de Tambomachay foi um local destinado ao culto da água e como lugar de descanso da nobreza inca. Atualmente, este sítio arqueológico continua impressionando todos os visitantes com sua complexa engenharia hidráulica.

A localização tem uma extensão aproximada de meia hectare e o material usado para sua construção foi a pedra calcária com encaixes de estilo poligonal. A tradição conhece este monumento como “O Banho da Ñusta” devido à existência de dois aquedutos que levam água cristalina o ano todo.

O que significa Tambomachay?

O nome que recebe não tem uma definição exata, mas acredita-se que venha de duas palavras quíchua: «Tampu» que significa alojamento e «Mach'ay» que é descanso. Contudo, outras traduções apontam que «Mach'ay» significa cavernas.

Culto à água em Tambomachay

Na cosmovisão andina, a água era a origem da vida, tornando este recurso em uma de suas principais divindades. Por este motivo, deu-se especial importância ao culto da água em todas as construções incas.

Tambomachay possui fontes litúrgicas trabalhadas em pedra, que alimentam uma rede extensa de canais que fornecia água aos recintos arqueológicos próximos.

O culto à água está presente em cada recinto inca, representado como canais de água nos quais o fluxo desta é contínuo.

De onde vem a água de Tambomachay?

Este centro arqueológico foi construído sobre um rio e nascentes, embora ainda não se saiba exatamente de onde vem a água que flui em curso. O desnível permite que a água percorra todos os canais, que apesar de terem passado mais de 600 anos, continuam fluindo.

Atrações

Não há dúvidas de que todos os sítios arqueológicos oferecem uma visão diferente sobre a cultura inca, neste caso Tambomachay nos mostra a importância que teve a água na época incaica.

Tambomachay não sofreu muitos danos na época da colonização espanhola, é por esse motivo que o complexo é um dos melhor conservados, localizados perto da cidade de Cusco.

Banho do Inca

Tambomachay é uma importante mostra da engenharia hidráulica que possuíam os incas, já que o recinto tem canais de água realizados em pedra talhada nos quais fluem água durante todo o ano.

Esta água flui até uma plataforma que funcionava como fonte litúrgica e, presumivelmente, banhos do inca.

Localização

Tambomachay está localizado a 5 quilômetros da cidade de Cusco e a 0,6 quilômetros de Puca Pucara, um recinto arqueológico com o qual está muito relacionado. Está na estrada Cusco-Pisac.

Informação geral

Horário de entrada

Segunda a domingo das 08:00 às 17:30.

Preço

A entrada para Tambomachay está incluída no Boleto Turístico.

Clima

O clima em Tambomachay corresponde ao clima da cidade de Cusco, geralmente é seco e ameno. No entanto, recomenda-se visitar este local à tarde, quando a temperatura não é tão alta e pode-se apreciar o motivo do nome do lugar.

Como chegar a Tambomachay?

Chegar a Tambomachay é muito simples, além de oferecer diferentes opções:

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Galeria de imagens

Sacsayhuamán é uma obra da arquitetura e engenharia inca que foi construída entre os séculos XIV e XV. Tornou-se um lugar importante depois da llaqta de Qosqo e foi nomeada como “a Casa do Sol do Hanan Qosqo”. Suas estruturas se integram harmoniosamente com a topografia e a paisagem que as rodeia.

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História de Sacsayhuamán

Antes da expansão inca, o espaço era habitado, segundo estudos, pela cultura Killke. A construção da fortaleza inca foi iniciada pelo inca Pachacutec por volta do ano 1350 d.C. e terminada por seu neto, o inca Huayna Cápac.

Acredita-se que sua construção tenha durado mais de 90 anos e que, para erguer esta importante fortaleza, foram necessários mais de 20.000 homens sob o sistema da mita (trabalho coletivo). A fortaleza é um dos maiores exemplos da organização e técnica do império inca.

Com a chegada dos espanhóis, Sacsayhuamán se transformou em um campo de batalha, sendo um ponto-chave para a resistência inca. Ao final das batalhas, este lugar foi desmontado e suas pedras foram reutilizadas para a construção de igrejas, como a Catedral de Cusco.

Com o passar do tempo, Sacsayhuamán perdeu importância até ficar abandonado e chegou até mesmo a ser usado como pedreira para a construção das casas dos moradores. Foi somente em 1983 que a cidade de Cusco, incluindo Sacsayhuamán, foi inscrita como Patrimônio Mundial da UNESCO.

A encenação do Inti Raymi começou em 1944 e, até hoje, continua sendo celebrada todos os anos no mesmo lugar.

O que significa Sacsayhuamán?

A palavra Sacsayhuamán vem dos vocábulos quéchuas Sacsay, “satisfeito”, e huamán, “falcão”, que em uma interpretação para o espanhol viria a ser “O falcão satisfeito”.

Importância Religiosa e Astronômica de Sacsayhuamán

A Festa do Sol era uma cerimônia que fazia parte da religião inca e era realizada em cada solstício de inverno, durante a qual eram feitas oferendas e sacrifícios em honra ao deus Sol.

Os incas usavam a astronomia para elaborar seu calendário, saber quando começava a estação seca ou chuvosa e determinar a data de início da colheita, graças à observação da posição do sol, quando começavam os solstícios e equinócios.

Templo ou fortaleza?

Sacsayhuamán foi construída inicialmente com um propósito religioso, em honra ao deus Illapa, “o deus do trovão”, entre outras divindades cultuadas pelos incas; no entanto, após a chegada dos espanhóis, acabou se tornando um campo de batalha, sendo denominada por eles como uma “fortaleza”.

O que poderei ver em Sacsayhuamán?

O parque em si conta com partes arquitetônicas e naturais importantes, que têm significados e histórias próprias, como:

Os Torreões

São chamados de Muyucmarca, Paucarmarca e Sallaqmarca, e estão localizados na parte superior dos baluartes (muros em zigue-zague). Na época dos incas, eram torreões dispostos em linha reta no topo da colina. Nesse local havia abundância de água e, ainda hoje, você poderá ver parte dos aquedutos.

Atualmente, restam apenas os alicerces dos torreões. Os edifícios foram destruídos nos primeiros tempos da colônia, e seus alicerces, cobertos de terra, foram localizados posteriormente e recuperados pelo Dr. Luis E. Valcárcel.

Grupo de recintos

Este grupo de recintos está localizado no topo da colina, ao sul e a pouca distância das torres. São ambientes situados contra a encosta, com vista para as praças da cidade inca. Os recintos se caracterizam por serem longos e estreitos, conectados entre si por uma série de portas trapezoidais. Suas paredes são formadas por poliedros irregulares, com faces escarpadas e arestas bem polidas.

Os baluartes

É assim que se chamam as três plataformas que formam um desenho dentado de saliências e reentrâncias, composto por muros feitos de blocos de rocha calcária, com poliedros irregulares encaixados que se ajustam com perfeição.

As portas

Localizadas na parte central e média dos baluartes, com formas trapezoidais, serviam de entrada para a zona dos torreões. As três portas mencionadas são: T’iopunku, Ajawanapunku e Wiracochapunku.

Rodadero ou Suchuna

Geologicamente, é uma formação natural de diorito, de origem vulcânica, que emergiu moldando em sua superfície ondulações e estrias em forma de escorregadores.

O trono do inca ou K’usilluc Jink’ian

Essas palavras são interpretadas como “onde o macaco se empina”. Trata-se de uma sucessão de assentos talhados em rocha de diorito com um profundo sentido estético, localizada na porção oriental da colina, de onde se tem uma vista panorâmica do complexo.

Chincanas

São duas. A menor, ao lado de Warmi K’acchana, é curta e se tornou uma distração para os visitantes. A grande está mais ao norte, sob uma grande rocha calcária; esta passagem está inundada e não é possível entrar.

O enigma das “Chincanas”

Existem muitos rumores sobre a origem das chincanas, sobre o porquê e para quê da construção desses chamados “labirintos”. Alguns acreditam que estejam interligados às diferentes construções incas; no entanto, isso ainda permanece um grande mistério.

Existem dezenas de lendas relatadas antigamente pelos moradores de Cusco, assim como relatos escritos por cronistas como o Inca Garcilaso de la Vega, sobre a conexão que Sacsayhuamán tinha com o Qoricancha, ou sobre as aparições repentinas dos antigos habitantes que viviam em Cusco.

Onde fica Sacsayhuamán?

Sacsayhuamán é um centro arqueológico localizado ao norte da praça principal da cidade de Cusco. Para chegar a Sacsayhuamán, você pode fazer um City Tour.

Para chegar caminhando a Sacsayhuamán a partir da Plaza de Armas, pode subir pela rua Suecia por Huaynapata e seguir por Resbalosa, virar à direita depois da igreja de San Cristóbal e continuar pela estrada. Aqui, você se unirá à antiga rota inca em direção a Sacsayhuamán. A subida é íngreme e leva aproximadamente 30 minutos a partir da Plaza de Armas.

A fortaleza inca está dividida em setores: Sacsayhuamán, Rodadero, Trono do Inca, Warmi K’ajchana, Banho do Inca, Anfiteatros, Chincana, Bases dos Torreões, e mais.

Que clima encontrarei em Sacsayhuamán?

O clima da cidade de Cusco é muito versátil, tendo sua estação chuvosa nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e março, e a estação seca nos meses de maio, junho, julho e agosto; no entanto, devido à altitude em que Sacsayhuamán se encontra (3.700 m.a.n.m.), costuma ter um clima frio. Também depende do mês em que se deseja visitar este lugar incrível.

Curiosidades de Sacsayhuamán 

Eventos culturais em Sacsayhuamán

Atualmente, realizam-se representações incas na esplanada da fortaleza de Sacsayhuamán.

Inti Raymi

Todo dia 24 de junho, na esplanada de Sacsayhuamán, celebra-se o Inti Raymi, o culto ao deus Sol, uma festa que foi muito importante na época dos incas e que continua sendo celebrada até hoje.

É uma das festividades mais importantes do ano, pois viajantes de todo o mundo se reúnem para participar da encenação do Inti Raymi.

Informações gerais de Sacsayhuamán

Horário de entrada

De segunda a domingo, das 07:00 a.m. às 5:30 p.m.

Preço

A entrada para Sacsayhuamán está incluída no Boleto Turístico.

Como chegar a Sacsayhuamán?

Chegar a Sacsayhuamán é muito simples, além de oferecer diferentes opções:

O que não se pode fazer em Sacsayhuamán?

Galeria de imagens

O Qoricancha, ou Templo do Sol, foi a construção religiosa mais importante durante o Império Inca e, mesmo anos depois, este lugar ainda nos deixa maravilhados com sua beleza. Conheça mais sobre este lugar maravilhoso. Segundo a concepção inca, o Qoricancha foi o centro religioso, geográfico e político de Cusco. O templo do Qoricancha era o local onde toda a população do Tahuantinsuyo prestava homenagem ao principal deus inca, o “Inti” (sol). Devido à sua importância, o Qoricancha foi construído com atenção especial aos detalhes, o que lhe confere uma estética única.

vista dos jardins Qoricacha Cusco Peru Tours _  cuscoperu.com
Jardins do Qoricancha

História do Qoricancha

O Templo do Sol - Qoricancha foi originalmente nomeado como “Inticancha ou Intiwasi”, que significaria Casa do Sol, foi um recinto religioso construído em 1200 d.C. sob a ordem do Inca Wiracocha.

Com a chegada do Inca Pachacútec ao poder, toda a cidade de Cusco passou por um processo de embelezamento, foi nessa época que o Inticancha passou a ser chamado Qoricancha, ao qual foram construídos enormes muros ao redor revestidos com lâminas de ouro, prata e pedras preciosas.

Com a chegada da invasão espanhola o Templo do Sol foi saqueado e destruído, segundo alguns historiadores, o ouro pertencente a este recinto foi transferido para Cajamarca para pagar o resgate do Inca Atahualpa.

O templo passou a ser propriedade de Francisco Pizarro, que o presenteou à ordem dominicana, que demoliu o que restava do Templo do Qoricancha para construir o Templo de Santo Domingo. A construção sofreu 3 terremotos (1650, 1749 e 1950), danificando completamente a Igreja de Santo Domingo, apenas os muros incas permanecem intactos.

Em 1956, iniciou-se a reconstrução do Templo do Sol - Qoricancha, tendo como prioridade a exposição dos muros incas.

Quem foram os primeiros a construir o “Qoricancha”?

Segundo muitos cronistas, os primeiros a construir um templo em homenagem ao sol foram os habitantes originais de Cusco, os “Ayamarcas”, chamando-o inicialmente de “Inticancha”. Esta etnia era uma população que habitava Cusco aproximadamente no século XIII, antes do início da expansão do Império Inca, tendo uma grande rivalidade com os Incas, no entanto, foram derrotados e anexados ao Tahuantinsuyo no governo do Inca Wiracocha.

O que significa Qoricancha?

Qoricancha, ou Coricancha, pode ser entendido em português como “Templo de ouro” vindo das palavras quechuas Quri “Ouro” e Kancha “Templo”.

Também podemos dizer que “Qori” significa ouro trabalhado, sua forma aportuguesada seria Cori. “Kancha” significa local cercado, limitado por muros, sua forma aportuguesada seria Cancha.

Portanto, podemos dizer que o nome significa “Local cercado que contém ouro”.

Arquitetura do Qoricancha - Templo do Sol

O Templo do Qoricancha foi um recinto dedicado à veneração da principal divindade dos incas, o Sol. Este lugar, além de ter o Templo do Sol, tem outros 4 complexos de templos pequenos dedicados a deuses como a Deusa Killa; a lua, o Deus Illapa; o raio, o Deus K'uychi; o arco-íris e a Deusa Chack'a, a estrela.

Todos esses complexos tinham uma faixa contínua de ouro puro a três metros do chão que unia cada setor, da mesma forma, o arame que sustentava o telhado de palha dos recintos, era de ouro. Os muros foram construídos com pedras naturais perfeitamente entrelaçadas, como em outras construções incas.

Localização do Qoricancha – Como chegar?

O Qoricancha está localizado no centro da cidade, no cruzamento da Av. El Sol com a Rua Santo Domingo, a apenas duas quadras da Praça de Armas de Cusco.

Uma forma confortável e enriquecedora de conhecer este lugar impressionante é participando do nosso City Tour em Cusco, que inclui visita ao Qoricancha, transporte e guia profissional. [City Tour em Cusco]

Atrações do Coricancha

A descrição feita por Garcilaso, guarda harmonia com o que hoje se mantém em pé. Embora esta seja apenas um pálido reflexo do que realmente foi o Qoricancha nos tempos dos incas.

O Templo do Sol

Foi o Templo principal de todo o Qoricancha, ocupava mais da metade da largura da atual Igreja de Santo Domingo. Garcilaso conta que dentro deste templo estavam os corpos embalsamados dos filhos do Sol colocados por antiguidade em cadeiras e sobre tábuas de ouro, as paredes estavam cobertas com placas de ouro, existindo um disco representando a figura do Sol de uma placa de ouro mais grossa que as outras placas que cobriam o templo. Pelo extremo ocidental corresponde ao atual tambor com vista para a Av. Sol; seu extremo oriental chegava até o atual átrio da igreja.

O Templo da Lua

Este templo ficava mais perto do Templo do Sol, já que se considerava a Lua esposa do Sol. Este edifício estava forrado com tábuas de prata, existindo a representação da Lua feita em prata. Dentro se guardavam as múmias das Coyas colocadas em ordem de antiguidade. Aproximadamente a metade do Templo foi demolida pelos espanhóis para construir a nave da igreja de Santo Domingo. Ocupa parte do lado ocidental do pátio interior do Qoricancha.

O Templo de Vênus e das Estrelas

Se encontra perto do Templo da Lua, mas separado por um belo beco, dedicado a Vênus e as sete cabras e a todas as demais estrelas. A Vênus os incas chamavam “Chasca” que significa estrela. Neste templo se situava o Inca, segundo referências dos historiadores, para que fosse divinizado ou para presenciar festas ou sacrifícios realizados no pátio retangular. Ocupa parte do lado ocidental do pátio interior do Qoricancha.

O Templo de Illapa ou Chuki Illapa

Illapa ou ChukiIllapa significam ao mesmo tempo raio, relâmpago e trovão. O templo em questão está em frente ao templo de Vênus, tem três portas de jamba simples, equidistantes e ligeiramente trapezoidais, além de contar com uma janela em cada parede lateral.

O Templo de K'uychi ou Arco-íris

Neste templo se rendia culto ao Arco-íris, que segundo a crença antiga, provinha do Sol. Tem características arquitetônicas idênticas ao Templo de Illapa. Uma parte deste templo foi demolida pelos espanhóis para construir os edifícios do Convento dos Dominicanos. Fica ao Norte do Templo de Illapa e em frente ao Templo da Lua, lado oriental do pátio interior do Qoricancha.

vista interna das estruturas Qoricancha Cusco Peru Tours _ cuscoperu.com
Interior do Qoricancha

Intipampa

Quase todas as cidades do mundo, em todas as épocas, construíram praças amplas em frente a seus templos. Inti Pampa (nome que se traduz como Planície do Sol) é o local onde ficavam os nobres, suas cortes, pessoal de serviço, dançarinos, etc. quando durante festas o inca e a nobreza se deslocavam ao Qoricancha. Este local atualmente corresponde à Praça de Santo Domingo, aparentemente seus limites e extensão quase não sofreram alterações. Situa-se ao Norte do que foi o Qoricancha.

O Jardim Solar

Tornou-se o grande depósito de ofertas que de todas as nações submetidas e confederadas traziam para o Deus Sol, as ofertas consistiam em representações de flora e fauna do Tahuantinsuyo. Segundo alguns historiadores, estas ofertas feitas em ouro e prata eram de tamanho natural em quantidade que enchiam de forma surpreendente.

Os espanhóis, pelo número de terraços, chamaram-no de Jardim Solar. Na época colonial tornou-se o pomar dos Frades Dominicanos. Localiza-se na parte ocidental do Qoricancha, podendo ser visto desde a Av. Sol em toda a sua extensão.

As Fontes

Existiam cinco fontes de água, cuja origem era um segredo guardado. As fontes tinham significado religioso e eram decoradas com metais preciosos. Localizavam-se em toda a extensão do Qoricancha, atualmente podemos ver uma fonte com esquinas octogonais no pátio do Qoricancha.

Horários e custos de entrada

O Templo do Sol está aberto de segunda a sábado das 09:00 às 17:00 e aos domingos das 14:00 às 17:00.

A ENTRADA GERAL custa S/.15.00 para turistas estrangeiros ou nacionais. A entrada não está incluída no Boleto Turístico.

*Tenha em mente que, com sua entrada, você poderá visitar o templo do Qoricancha sem limite de tempo.

vista exterior do Qoricancha Cusco Peru Tours _ cuscoperu.com
Vista exterior do Qoricancha

O complexo arqueológico de Q’enqo, localizado nos arredores da cidade de Cusco, foi um importante recinto religioso inca, onde eram realizadas cerimônias em honra aos deuses da cultura inca.

O que resta hoje do complexo arqueológico de Q’enqo são rochas talhadas que não puderam ser destruídas pelos espanhóis. Pouco restou dos caminhos e aquedutos; também já não existem os recintos, os depósitos nem os espaços cerimoniais.

O que significa Q’enqo?

A tradução da palavra Q’enqo ou Kenko seria “labirinto”, em referência aos túneis, passagens e canais subterrâneos que este lugar abriga. Durante o período colonial, acredita-se que a denominação “Q’enqo” tenha se consolidado, enquanto na época inca era tradicionalmente conhecido como “Q’inqu”.

Localização

Está localizado nos arredores da cidade de Cusco, no cerro Socorro, a 3.580 m.a.n.m., a cerca de 3 a 4 km do centro da cidade.

Arquitetura do complexo arqueológico de Q’enqo

Q’enqo está esculpido em sua totalidade em uma formação rochosa natural. A importância religiosa deste sítio levou à sua destruição durante a colônia espanhola; no entanto, por ser completamente de pedra, conseguiu resistir aos ataques.

No interior, encontram-se talhados três animais importantes na cosmovisão andina, interpretados como o condor, o puma e a serpente.

É composto por dois lugares principais conhecidos como Q’enqo Grande, que é a maior formação rochosa, e uma rocha menor chamada Q’enqo Chico.

Atrações de Q'enqo

Intiwatana e Observatório Astronômico

Está localizado na parte superior da grande rocha, constituído por duas proeminências pétreas de forma cilíndrica que se erguem verticalmente sobre um pedestal quase elíptico, tudo talhado na parte superior da mesma rocha.

O uso dos intiwatanas, que significa “onde se amarra o sol”, durante o período inca continua sendo um enigma até hoje. Presume-se que era uma espécie de observatório astronômico, que os amautas utilizavam para medir o tempo, estabelecer as estações, determinar os solstícios e equinócios e também como “adoratório”, onde se rendia culto ao sol, à lua e às estrelas.

Com a chegada do solstício de inverno, os primeiros raios do sol caem exatamente neste lugar, formando uma figura que se assemelha a um puma com olhos brilhantes.

A Sala dos Sacrifícios

É uma câmara subterrânea que tem piso, teto, paredes, mesas e nichos talhados em uma única rocha gigantesca. Diz-se que esta câmara subterrânea pode ter sido usada para embalsamar cadáveres de nobres incas, bem como local de sacrifícios humanos e de lhamas.

Por estar sob a terra, era símbolo da entrada para o mundo dos mortos.

O Canal Zigzagueante

Localizado sobre uma grande rocha e muito próximo ao Intiwatana, o canal zigzagueante parte de um pequeno orifício e se desloca para baixo em plano inclinado e linha quebrada, que depois se bifurca. Um desses ramos conduzia o líquido até a câmara subterrânea ou Sala dos Sacrifícios (segundo o historiador cusquenho Víctor Angles); presume-se que tenha conduzido líquidos rituais, como chicha ou outras oferendas líquidas.

O Anfiteatro

Trata-se de uma enorme área semicircular de 55 m de comprimento, com 19 nichos incompletos distribuídos ao longo do muro. Durante o incanato, este lugar foi um templo para cerimônias públicas. Diante da área livre, encontra-se um grande bloco de pedra de 6 m de altura que repousa sobre um sólido pedestal retangular.

Possui nichos distribuídos ao redor do anfiteatro como se fossem assentos, mas, de acordo com pesquisas recentes, é muito provável que, na realidade, tenham sido as bases de um grande muro, onde se localizava, em cada um deles, a representação de uma entidade à qual se rendia culto.

O bosque de Q’enqo

O bosque de Q’enqo é formado por imponentes árvores de eucalipto, onde você poderá fotografá-las como lembrança da sua visita. A entrada é gratuita e está localizado a poucos metros do sítio arqueológico.

Informações gerais sobre Q’enqo

Horário de entrada

De segunda a domingo, das 8:00 a.m. às 5:30 p.m.

Preço

O preço da entrada está incluído no Boleto Turístico.

Como chegar a Q'enqo?

Por estar localizado a poucos quilômetros da cidade de Cusco, é possível chegar a Q’enqo de diversas maneiras:

Quer descobrir Q'enqo de uma maneira mais profunda e enriquecedora? Na cuscoPeru.com, oferecemos tours personalizados que permitirão conhecer os segredos deste impressionante sítio arqueológico, acompanhado por guias especialistas que explicarão sua história, simbolismo e conexão com outras culturas andinas. Além disso, nossos tours incluem visitas a outros lugares fascinantes do Vale Sagrado e de Cusco, criando uma experiência completa e inesquecível. [Machu Picchu + Vale Sagrado], [Machu Picchu + Montanha de 7 Cores]

Galeria de imagens

Puca Pucara é um dos complexos arqueológicos mais importantes de Cusco, ao lado de Sacsayhuaman, Q’enqo e Tambomachay.

Sua arquitetura demonstra a avançada tecnologia inca, embora, por não ter acabamentos perfeitos, nos faz supor que este local não foi um recinto de grande importância religiosa, porém, foi de grande importância para os mensageiros incas e a guarda real.

História

Sua construção foi iniciada por uma cultura anterior aos incas; mas foi durante o governo de Pachacútec que a infraestrutura foi melhorada.

As informações tradicionais indicam que, quando o Inca estava a caminho dos Banhos de Tambomachay, a imponente comitiva de soldados ficava em Puca Pucara, que servia como quartel e tambo. Conta-se que de uma chincana existente no local se comunicava diretamente com Tambomachay, o que ainda não está comprovado.

O que significa Puca Pucara?

O nome Puca Pucara vem de duas palavras quechuas que significam «Puca ou Puka» vermelho e «Pucara» que é fortaleza. Sua tradução seria Fortaleza Vermelha, recebe este nome devido ao tom avermelhado que suas paredes adquirem ao entardecer.

Onde está localizado?

O Centro Arqueológico de Puca Pucara está localizado na parte superior da estrada que leva a Pisac, a cerca de 7 km da cidade de Cusco.

Para chegar lá, você pode pegar um City Tour de qualquer agência de viagens. Além disso, é possível chegar a pé após visitar Tambomachay, pois fica a poucos metros dos banhos do Inca.

Arquitetura

Este complexo arqueológico possui terraços, muros, aquedutos, praças, escadarias que fazem com que a disposição urbana seja adequada e funcional. Os edifícios são feitos de pedras de diversos tamanhos, a superfície das rochas é muito irregular e pouco trabalhada, comparada a outros sítios arqueológicos.

A estrutura foi construída com pedra calcária da região, sendo em sua maioria de tamanho médio e pequeno, todas unidas com grande precisão, tornando-a resistente a vários movimentos sísmicos.

Neste complexo, foram construídos três muros que possuem pisos irregulares, essa construção tem três níveis para o mesmo local.

Primeiro nível

Localizado na parte inferior do complexo arqueológico, este primeiro muro tem um traçado sinuoso que evita cortar as rochas salientes cuidadosamente. Para o norte e atrás da parede externa, podem ser encontradas seis salas de diferentes tamanhos, construídas de forma irregular para não tocar as rochas que criam a parede.

Segundo nível

O segundo muro circunda a elevação central. Entre este e o primeiro, há plataformas que são muito amplas. No segundo nível, podemos encontrar terraços e jardins voltados para o sul, e a leste encontram-se três salas com plantas trapezoidais e uma retangular.

Terceiro nível

Este nível está no ponto mais alto, atualmente não é possível observar restos incas devido à passagem do tempo; no entanto, é possível ter uma vista incrível de todo o local.

Curiosidades de Puca Pucara

Informações gerais de Puca Pucara

Horário de entrada

De segunda a domingo das 08:00 às 17:30.

Preço

A entrada para Puca Pucara está incluída no Boleto Turístico.

Clima

O clima em Puca Pucara corresponde ao clima da cidade de Cusco, geralmente é seco e temperado. No entanto, recomenda-se visitar este lugar à tarde, quando a temperatura não é tão alta e é possível apreciar o motivo do nome do lugar.

Como chegar a Sacsayhuamán?

Chegar a Puca Pucara é muito simples, além de oferecer diferentes opções:

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